DivulgaçãoVanderlei Fugi, de Ivaiporã: 240 sacas/alqueireO término da colheita de feijão no Vale do Ivaí, este mês, leva os agricultores a se preocuparem agora com o plantio de milho. O milho tem ótimas perspectivas de preços e a região reúne todas as condições para uma boa safra ‘‘pós-feijão’’, informam os técnicos da Agroceres, com base em depoimentos de pelo menos três agricultores que têm liderança local.
O produtor Vanderlei Antônio Fugi, de Ivaiporã, tem razões suficientes para se empolgar com a nova safra de milho. Na última safra, plantio feito em janeiro de 97, ele conseguiu uma produtividade de 240 sacas/alqueire que vendeu a R$ 7,10 por saca. Vanderlei plantou 5 alqueires, utilizou 500 kg/alqueire da fórmula 8-30-10 e 300 kg/alqueire de uréia. A semente usada foi o híbrido AG-3010. ‘‘É o milho que vou plantar após a colheita de feijão; tem grãos pesados e duros e apresenta uma ótima sanidade’’, afirma.
DivulgaçãoClaudiney Silvestre: plantio em janeiro, com AG-3010: aumento da produtividade
Outro que aposta no milho após o feijão é Claudiney Silvestre, de Arapuã. Em área de 7 alqueires, plantio em janeiro deste ano, ele conseguiu uma produtividade de 195 sacas/alqueire. Na adubação utilizou 350 kg/alqueire da fórmula 4-30-10, com 200 kg/alqueire de uréia, na adubação de cobertura. Utilizou o mesmo híbrido que o seu colega Vanderlei Fugi, de Ivaiporã. ‘‘É uma planta rápida e seus grãos são pesados e sadios’’, disse. Silvestre teve menos sorte na venda, recebendo R$ 6,10/saca.
DivulgaçãoScremin: híbrido superprecoce e ganho de 40%
Outro que vai apostar no milho ‘‘pós-feijão’’ é Antonio Scremin, de Ivaiporã. Na última safra, ele conseguiu 190 sacas/alqueire. Plantou em janeiro de 97, adubou com 500 kg/alqueire de 8-30-20 e não fez adubação de cobertura. O híbrido utilizado foi o AG-3010 que comparou com outros híbridos: ‘‘Plantei outro material e colhi 40% a menos. O AG-3010 é superprecoce, tem grãos duros e é muito produtivo.

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