Da Redação
Com a aproximação da colheita da safrinha começam os ‘‘dias de campo’’ que estimulam as discussões e troca de experiências entre agricultores e técnicos do governo, cooperativas e empresas privadas. Esta semana, esses encontros foram realizados em vários municípios do Paraná, promovidos pela Agroceres. Foram avaliados híbridos que entraram em produção nesta safra e híbridos que estão sendo lançados agora no mercado. Na propriedade de Antônio Frederico e irmãos, em Ibiporã, os índices de produtividade ficaram por conta do AG 6016, com 5.900 kg/hectare (14.220 kg/alqueire). O produto ainda apresentou uniformidade de grãos avermelhados e duros; boa resposta às aplicações tecnicamente recomendadas de fertilizantes, resistência à seca e maturação precoce. As sementes de ciclo curto têm sido fator de redução de risco para a safrinha no Paraná.
Os agricultores que têm obtido alta rentabilidade na safrinha usam tecnologia e gerenciam a propriedade de maneira profissional. São exigentes com relação à sementes e outros insumos. As indústrias sementeiras fazem grandes investimentos em pesquisa lançando híbridos que, a cada ano, incorporam características desejadas para um alta produtividade. Para o abastecimento do País, a safrinha tem uma função estratégica: ela entra no mercado na entressafra, quando há pouca oferta.

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