Lucinéia Parra
De Maringá
A Agência do Trabalhador de Maringá já registrou um número maior de ofertas de emprego em relação ao ano passado. O resultado pode contribuir para que a instituição fique em primeiro lugar no ranking dos escritórios mais atuantes do Estado, repetindo assim a colocação do ano passado.
Só no primeiro semestre deste ano, a agência conseguiu disponibilizar 7.164 vagas de trabalho. Destas, 3,1 mil foram preenchidas. Em todo ano de 1998, a agência propiciou 7.066 vagas e conseguiu colocação no mercado de trabalho para 4 mil pessoas.
Os números foram apresentados ontem para cerca de 100 empresários de Maringá durante o 1º Encontro para Divulgação dos Programas da Agência do Trabalhador. O objetivo do encontro foi aproximar mais os empresários das iniciativas das agências.
‘‘Queremos que, cada vez mais, os empresários conheçam nosso trabalho e possam utilizar nossos serviços’’, explicou o chefe da regional da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (Sert), Neuton Correia Pinho Neto. Segundo ele, o principal objetivo do encontro é garantir os recursos que o Ministério do Trabalho repassa para o Estado para a manutenção e melhoria da infra-estrutura das agências.
Este ano, o governo federal, através do Ministério do Trabalho, repassou cerca de R$ 6 milhões para o Paraná. O dinheiro está sendo aplicado nas 120 Agências do Trabalhador do Estado. Para continuar recebendo esta verba, o Paraná precisa manter os serviços.
O recurso é proporcional ao número de pessoas colocadas no mercado de trabalho através das agências públicas. No primeiro semestre deste ano, o Paraná ficou em primeiro lugar no ranking dos Estados com melhor resultado das agências públicas de emprego. ‘‘O objetivo é aumentar ainda mais a participação dos empresários fazendo com eles utilizem cada vez mais os nossos serviços’’.
Segundo Pinho Neto, as principais vantagens para os empresários que utilizam os serviços da Agência do Trabalhador é que eles terão a oportunidade de encontrar o profissional com o perfil desejado, sem nenhum custo. Ele garante que, atualmente, o número de pessoas que busca a qualificação profissional é crescente, o que facilita o preenchimento das vagas de emprego. ‘‘Hoje, no Paraná, 61% das vagas são preenchidas, mas há dois anos o aproveitamento era de apenas 40%’.

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