Curitiba – O Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Região Metropolitana de Curitiba, recebeu investimento de US$ 100 mil para implantação do sistema TecaNet, que deve agilizar o desembaraço de cargas no Terminal de Cargas do aeroporto. O sistema, que já está funcionando em outros 13 aeroportos brasileiros, possibilita a seus usuários cadastrados, pesquisar, em tempo real, os dados de qualquer carga de importação e exportação. No momento em que uma determinada carga é recebida e registrada no terminal, seus dados já estão disponíveis na internet. Assim, o cliente cadastrado tem acesso aos dados de recebimento, armazenagem, cobrança e liberação, entre outros.
Através do TecaNet o cliente poderá também realizar seu cadastro, solicitar informações sobre determinada carga, enviar sugestões, imprimir documentos de arrecadação e até visualizar sua carga e simular valores que seriam cobrados pelos serviços de manuseio e armazenagem de uma determinada carga.
Segundo o superintendente da Infraero no Aeroporto Afonso Pena, João Roberto de Paula, a partir de outubro deste ano, e em parceria com a Receita Federal, está prevista também a implantação da Linha Azul, programa que permite a otimização e a simplificação de procedimentos com a consequente redução de custos tarifários nas importações nos terminais.
O TecaNet, é um sistema web gratuito, desenvolvido pela Infraero com o objetivo de permitir que os clientes do terminal de cargas da Infraero, pesquisem dados das cargas importadas ou exportadas, através da internet.
O Terminal de Carga Aérea do Aeroporto Afonso Pena processa diariamente uma média de 80 unidades de carga para exportação e 350 unidades de carga de importação. Os procedimentos necessários para o desembaraço de carga envolve não só a Infraero como a Receita Federal, a Vigilância Sanitária e o Posto de Defesa Animal e Vegetal.
Inaugurado em julho de 1974, o Afonso Pena foi o primeiro aeroporto a ter um terminal de carga aérea na rede Infraero. Depois da internacionalização do aeroporto, a movimentação de cargas cresceu 420%. A movimentação de cargas passou de 5,1 milhões de quilos em 1996 para 20,7 milhões de quilos em 2001.

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