O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), David Zylbersztajn, disse ontem que se a proposta de emenda constitucional (PEC) dos combustíveis não for aprovada este ano pelo Congresso, a situação no setor se tornará caótica. A votação foi adiada ontem. A PEC prevê a taxação de combustíveis importados.
Zylbersztajn disse que sem essa taxação do petróleo ''corre-se o risco de cair no vazio'', uma vez que não haverá uma arrecadação específica para importação. Segundo o presidente da Petrobras, Henri Philippe Reichstul, fica difícil abrir o mercado para a importação, porque a estatal continuará pagando imposto e as outras empresas, não. ''Daí, vamos parar de produzir e vamos importar'', observou.

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