Adesão a plano de minuto pode ser desvantajosa
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segunda-feira, 04 de dezembro de 2006
Da Redação 
Apesar da conversão da cobrança das ligações locais para telefones fixos de pulsos para minutos estar prevista só para o ano que vem, todas as operadoras tentam empurrar planos alternativos para o consumidor com esse tipo de tarifação. A Pro Teste (www.proteste.org.br) recomenda cautela e alerta sobre os riscos de o consumidor contratar tais planos, pois atualmente fica difícil definir adequadamente o perfil de consumo, sem o detalhamento das ligações.
Quando receber proposta de plano alternativo o consumidor deve sugerir à empresa o envio de conta detalhada por pelo menos dois meses, pois só conhecendo o perfil de consumo, poderá optar por planos específicos que garantam a contratação de um serviço compatível às necessidades.
Aderir hoje é um tiro no escuro, até porque parte dos pacotes oferecidos embute outros serviços, como banda larga para acesso à Internet e até TV a cabo. O consumidor poderá desembolsar mais do que atualmente, alerta a associação. Há planos em que os clientes que falarem menos que o plano comporta não poderão acumular os minutos para as próximas contas. E, se extrapolar o limite contratado, será cobrado valor maior por ligação excedente.
De acordo com a Pro Teste, a melhor maneira de economizar com o telefone fixo é controlar o uso, se reeducar e optar por um plano desses no mínimo de três a quatro meses após a conversão para minutos a ser determinada pela Anatel. Quando vigorar as mudanças de tarifação para minutos haverá a oferta do Plano Básico Obrigatório para quem faz ligações curtas, de até três minutos.


