Os softwares livres são programas de computador que não exigem pagamento de licença para aquisição e funcionamento, além de terem seus códigos-fonte abertos, o que permite que qualquer usuário faça modificações em sua programação de acordo com as necessidades de uso. Por isso, além da grande economia, também oferecem vantagens técnicas e operacionais, pois são desenvolvidos por uma quantidade virtualmente infinita de técnicos, com acesso aos programas por meio da Internet. É permitida a sua aquisição, modificações, execuções e cópias desde que as mudanças sugeridas estejam disponíveis para todos os outros usuários.
Os softwares livres foram popularizados por seu 'filho' mais conhecido, o gereciador de programas Linux, em desenvolvimento desde o início da década de 90 por técnicos em informática de todo o mundo. Entre as vantagens do Linux frente ao seu concorrente direto, o gerenciador Windows, estão as possibilidades quase nulas de travamento do sistema e a adaptabilidade praticamente total às necessidades de cada usuário. Tais vantagens têm feito do Linux o programa preferido para gerenciamento de sistemas de grandes empresas como a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) e o exército dos Estados Unidos. O custo de licenciamento para um processador Windows hoje é de cerca de R$ 500.
a prefeitura de Londrina, por exemplo, é uma das instituições que fazem uso do Linux, entre vários outros softwares livres, para o gerenciamento de seus sistemas operacionais desde 1997. Segundo a diretora de Tecnologias e informações da prefeitura, Nicole Breton, quase 90% dos sistemas fazem uso de programas livres ''em estágios avançados de desenvolvimento''.

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