O Hackathon Health contou com a participação de 13 equipes e, segundo o Sebrae, um dos parceiros do Polo de Saúde de Londrina na realização do evento, destacou que o serviço de apoio às micro e pequenas empresas possui uma linha estratégica específica para tratar de startups. "Essas startups que saem daqui hoje, essas 13, ainda em uma fase de ideias ou avançando para protótipo. Imediatamente já podem ser assistidas pelo Sebrae na continuidade do projeto deles", disse o gerente da Regional Norte do Sebrae, Fabricio Pires Bianchi.

Entre as quase 1,2 mil startups que passaram pelo Sebrae Paraná nos últimos três anos, ressaltou Bianchi, mais de 400 são especificamente da Região Norte do Estado e dessas, entre 20% e 22% são da área da saúde, somando cerca de 80 startups. E o número vem crescendo, segundo ele. Além do Sebrae, o gerente aponta aceleradoras como a Hotmilk, da PUCPR, ou as incubadoras da Universidade Estadual de Londrina (Intuel) e da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) como oportunidades de viabilizar negócios.

Sobre o Hackathon Health, Bianchi destacou como resultado principal a criatividade apresentada pelas equipes e a vontade de empreender. "Tivemos aí essas 60, 70 pessoas, com apoio de mentores, do hospital e de toda a cadeia produtiva da saúde, realmente valorizando isso e fazendo acontecer."

O superintendente da Santa Casa de Londrina, Fahd Haddad, lembrou que a
tecnologia em saúde tem evoluído muito e os profissionais e estabelecimentos de saúde devem acompanhar essa evolução. "Essas ideias (apresentadas no Hackathon Health) são excelentes. Foram 13 equipes e as 13 estariam vencedoras porque todas tiveram boas ideias e soluções. É uma contribuição de pessoas de fora, com apoio das pessoas de dentro, que vai somar esforços para melhorar o sistema e a assistência à saúde. Se a gente não evoluir, a gente não atende a nossa missão", avaliou.(S.S.)

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