Na tarde de ontem, além de algumas placas de preços mal posicionadas, impedindo a visão dos clientes, a reportagem da FOLHA encontrou postos em que os valores dos combustíveis não estavam expostos. O promotor de Defesa do Direito do Consumidor, Miguel Sogaiar, lembra que este ato consiste em infração e deve ser denunciado ao Procon ou ao Ministério Público. Já sobre o aumento dos preços, ele ressalta que o mercado é livre para estipular os valores. "É o consumidor quem faz o mercado, ele precisa analisar, procurar", ressalta.
O coordenador do Procon-Londrina, Rodrigo Brum, ressalta que os preços cobrados devem estar expostos em locais visíveis e, em caso de abusos, o consumidor deve procurar o órgão. "Pedimos que os consumidores procurem o Procon, que pode aplicar uma multa cujo valor varia de acordo com o faturamento da empresa", explica. O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do Paraná (Sindicombustíveis/PR), não quis se pronunciar sobre o aumento. (C.F.)

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