Abimaq quer maior presença em usinas
PUBLICAÇÃO
domingo, 09 de setembro de 2001
Agência Estado 
A indústria brasileira que produz componentes para usinas térmicas quer ter uma participação maior do que os atuais 35% que fornecem em equipamentos destinados ao setor. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Carlos Delben Leite, levou ao governo um estudo em que mostra que uma participação maior da indústria nacional traria uma economia de divisas de cerca de US$ 7 bilhões.
Pelo estudo encaminhado ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Sérgio Amaral, os empresários brasileiros pedem que o governo faça uma revisão na participação nacional nas usinas térmicas consideradas prioritárias, cerca de 15 unidades em construção no momento, dentro do chamado Programa Prioritário de Termeletricidade.
Leite entende que um processo de substituição de importações poderia ter ínicio agora para dotar o País de condições de ampliar a participação com equipamentos nacionais no programa de usinas térmicas.
No estudo da Abimaq, o presidente da entidade diz que o valor estimado dos equipamentos envolvidos na instalação das usinas termelétricas a gás previstas no PPT é superior a US$ 12 bilhões.


