A abertura do mercado brasileiro para novos distribuidores de combustíveis não trouxe redução de preços para o consumidor, como era esperado. Ao contrário, desde o início do ano já houve três reajustes no preço da gasolina, além de um novo aumento ainda no sábado. ‘‘O que passou a vigorar é a lei da oferta e procura’’, explica Sérgio Fontes, da área de Desenvolvimento de Produtos da Gerência de Marketing da Petrobras, que também participa do seminário.
Segundo ele, o litro da gasolina custa em média no exterior R$ 0,45 contra R$ 0,40 vendido pela Petrobras. O que ocorre, para ele, é que ‘‘as pessoas têm a falsa percepção’’ de que o preço do combustível só depende das variações de preço do barril de petróleo. ‘‘Quando o mercado está aquecido os postos vendem mais caro. No inverno, quando mais gente fica em casa, provavelmente o preço deve cair’’, diz.
Organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) e Tecpar, o objetivo do seminário é proporcionar às empresas do pólo automotivo do Paraná a participação nas discussões nacionais do ramo de combustíveis.

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