Curitiba – O diretor regional da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias no Paraná (ABCR/PR), João Chiminazzo Neto, se queixou de que a entidade ou as concessionárias que operam o Anel de Integração não foram convidadas a participar da audiência pública na Assembleia Legislativa (AL). Por conta disso, ele observou que a reunião de ontem teve um foco muito mais político do que técnico. Chiminazzo ressaltou que a associação não tem uma opinião sobre qual seria o melhor desfecho para a polêmica.
Segundo ele, discute-se entre abrir nova licitação no final do contrato ou prorrogar os contratos em andamento. Ele lembrou que a questão é complexa, mesmo porque envolve um novo convênio de delegação das rodovias federais. "Não existe nada definido. Precisa ser feito com base em um raciocínio econômico e social", afirmou. O diretor falou que as partes envolvidas podem esperar acabar o acordo e abrir uma nova licitação ou prorrogar o já existente, fazendo uma repactuação e adaptando para a realidade econômica atual.
Chiminazzo rebateu as críticas dos deputados sobre atraso nas obras. "Eu não vou discutir a opinião dos políticos. Prefiro ficar com a opinião técnica. Os nossos contratos são seguidos rigorosamente, até com antecipação dos prazos", argumentou. Ele lembrou que, se as obras não forem concluídas a tempo, há mecanismos nos contratos para que o Estado tome providências legais contra as concessionárias. (Adriana De Cunto/Reportagem Local)

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