Carlos Fujiwara, dono da CS, indústria de exportação de couro, de Apucarana, é um dos empresários que tentam na Justiça compensar o Crédito-Prêmio de IPI. Mas, em virtude da crise internacional, defende o acordo inserido na Medida Provisória 460. ''Neste momento, todos os países tratam de dar apoio às empresas. A ordem mundial é a preservação de empregos.''
O advogado curitibano, Jairo Rastelli, contou que representa cerca de 350 exportadores em processos que move desde 1987. Segundo ele, caso o governo federal aceite o acordo, essas ações ficam automaticamente extintas. ''É um problema que se arrasta há muito tempo na Justiça e que é preciso resolver.
O consultor gaúcho Nelbio Flores foi a Apucarana representando 30 exportadores dos segmentos moveleiro e calçadista. Segundo ele, a medida conta com apoio dos trabalhadores do Rio Grande do Sul ligados à CUT. ''É uma medida que vai garantir empregos'', justifica. (J.G.)

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