É preciso ter fôlego físico e financeiro para viver mais do que as avós. Não se pode contar exclusivamente com os parcos rendimentos da Previdência Social e sistema público de sa© úde, à beira de um colapso, não só no Brasil. A saída é partir para um plano B, como abrir um negócio próprio, investir numa segunda carreira ou aplicar o dinheiro. Tudo vai depender da idade, tempo que falta para se aposentar, fontes de renda, moradia (própria ou alugada) e montante de dinheiro disponível para investimentos.
''Na dúvida, invista pouco e sempre'', aconselha Mara. Antes de se decidir por um plano de previdência, analise os prós e contras, pois alguns são bons, porém muito caros. Em geral a preferência recai sobre produtos financeiros de longo prazo, como os VGBLs (Vida Gerador de Benefício Livre) ou PGBLs (Plano Gerador de Benefício Livre), que funcionam como fundos que são administrados por gestores de instituições financeiras.
Ao adquirir um plano de previdência, você também paga impostos. Quanto mais tempo você deixar o seu dinheiro investido, mais se beneficiará do adiamento no pagamento de impostos de renda e da redução da base tributária. Caso a opção seja investir em ações, avalie os riscos que vai correr. Outra dica importante é fugir de planos que oferecem lucros mirabolantes, com garantia de risco zero.

Como dica de consultas na área de investimentos, Mara sugere os sites www.portaldoinvestidor.gov.br e o www.cvm.gov.br.

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