A FOLHA encaminhou à assessoria de imprensa da estatal em Brasília alguns questionamentos a respeito do processo de instalação do ILS no Aeroporto José Richa e às obras de ampliação da pista e do terminal. Sobre o quanto o funcionamento do equipamento evitará o fechamento do aeroporto por causa do mau tempo, a Infraero respondeu apenas que "a prestação de serviços de Meteorologia Aeronáutica no Brasil é regulada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), subordinado ao Comando da Aeronáutica, que também coordena os investimentos a serem realizados nessa área, e que a existência de equipamentos de precisão, como o ILS, nos aeroportos não garante 100% dos pousos, uma vez que esses procedimentos podem sofrer interferência de fenômenos meteorológicos".
Em relação aos prazos para instalação do equipamento, ampliação da pista e do terminal e ao valor dessas obras, a empresa disse que "a obra de ampliação da pista depende da conclusão do processo de desapropriação. A partir de então, quando a área estiver liberada, a Infraero poderá preparar a licitação para fazer os projetos e a obra de extensão da pista." e que "até o momento foi investido um montante de R$ 2.634.308,41 nas obras de ampliação e modernização do terminal, compreendendo um percentual executado de 72,02%. O valor do contrato é de R$ 3,65 milhões. As melhorias compreendem a ampliação da sala de embarque (de 400 m² para 1,2 mil m²), que contará com quatro portões de embarque, três canais de inspeção, espaços para estabelecimentos comerciais e novos assentos. (Reportagem Local)

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