De acordo com o presidente da GOL, Paulo Sério Kakinoffi, 85% das passagens vendidas pela empresa no primeiro semestre deste ano custaram até R$ 400. E somente 0,5% delas saíram por mais de R$ 900.
Embora goste de ressaltar que a GOL popularizou a aviação no Brasil, Kakinoffi diz que a companhia não descuida do público corporativo, que, segundo ele, vem crescendo bastante. Para isso, além de assentos mais confortáveis, o presidente diz ser fundamental a pontualidade dos voos. "Para aquele passageiro que viaja a negócio e muitas vezes vai e volta no mesmo dia, um atraso de 40 minutos pode significar a perda da finalidade da própria viagem".
Depois de um ano e oito meses vendendo lanche a bordo, a companhia resolveu mudar a estratégia. Vai voltar com lanche gratuito nas viagens de até uma hora. Na ponte aérea Rio-São Paulo já é assim. E vai incrementar o cardápio da comida a ser comprada nas viagens mais longas. "Não é só para nós, mas para várias companhias no mundo, o serviço de bordo nas longas distâncias tem sido boa fonte de receita", ressalta. (N.B.)

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