Para divulgar a possibilidade de restituição aos demais triticultores brasileiros, a AMA realiza palestras em cooperativas e participa de exposições agropecuárias na região Sul do País. No Paraná, a associação já conta com cinco escritórios de representação, que auxiliam os produtores a reunir a documentação necessária para participar da ação. As cooperativas são parceiras a também ajudam na procura de documentos.
''Mais de 50% do trigo colhido em 1987 foi produzido no Paraná e hoje, cerca de 4 mil triticultores paranaenses já fazem parte da ação'', aponta o assessor regional da AMA no Paraná, Lorenço Pierdoná. Segundo ele, as cooperativas Copacol, Coagru, Coagel, Cocari, Copramil, Integrada, Lar, Sementes Sorria e Sementes Balu já estão fornecendo documentos para seus associados.
Pierdoná explica que para ingressar no processo judicial é preciso associar-se a AMA, única detentora de uma ação com êxito. ''A probabilidade de vencermos novamente é de 95%'', assinala. De acordo com o assessor, o agricultor deverá desembolsar no final da ação R$ 1,00/saca mais 18% em honorários à equipe de advogados. (M.G.)

Serviço
- Os triticultores paranaenses que quiserem mais informações sobre a ação judicial do trigo podem entrar em contato com Lorenço Pierdoná, em Cafelândia, pelo telefone (45) 241-1247. Em Cascavel, falar com Paulo Schimitt no telefone (45) 222-1453. Em Goioerê, procurar Thiago Fabrício dos Santos, pelo número (44) 522-2788. Em Apucarana, o representante é Paulo Gabardo e o contato é (43) 3033-4702. Em Primeiro de Maio, procurar Claudio Antonio Prata pelos telefones (43) 235-1317 ou 235-1365.

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