Subiu
Petrobras PN
Desceu
Mafrig ON
Variável
A Bovespa enfrentou instabilidade ontem, mas encontrou fôlego para avançar 0,95%, aos 60.129,43 pontos, patamar mais elevado do ano. No retorno do feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, as bolsas em Wall Street voltaram a figurar como importante referência para os negócios no Brasil. Por outro lado, a proximidade do feriado brasileiro do Sete de Setembro manteve uma parte dos investidores fora do mercado, à espera de definições no cenário nacional. Foram R$ 6,546 bilhões em negócios, valor aquém dos R$ 7,320 bilhões da média das últimas semanas. Com o resultado, o Ibovespa passa a contabilizar alta de 3,85% em setembro e de 38,71% em 2016.
Commodities
O petróleo em queda foi referência externa negativa para o mercado brasileiro. Ao longo do dia, porém, uma melhora dos preços da commodity beneficiou as ações da Petrobras, que haviam amargado fortes perdas pela manhã. Petrobras PN, que chegou a cair 2,17%, inverteu a tendência e fechou com ganho de 1,08% e ajudou a levar o Ibovespa à máxima do dia no fechamento. Petrobras ON, que caiu 2,30% na mínima do dia, encerrou o pregão em baixa bem menor, de 0,50%.
Exportadores
A queda do dólar, apesar de ter beneficiado a bolsa de maneira geral, prejudicou as ações de empresas exportadoras, que têm receita em moeda estrangeira. Marfrig ON (-1,89%), Klabin unit (-1,42%) e Cosan ON (-0,84%) estiveram entre as maiores quedas do dia.
Dólar
A forte queda do dólar no exterior desencadeou um desmonte de posições compradas no segmento futuro, intensificando a realização de lucros no mercado doméstico após avanços recentes. Lá fora, os principais catalisadores da onda de vendas foram indicadores mais fracos que o esperado nos Estados Unidos. No mercado à vista no balcão, fechou em queda de 2,12%, aos R$ 3,2120. O volume de negócios no segmento à vista somou US$ 1,437 bilhão. No segmento futuro, o contrato de dólar para outubro perdeu 2,63%, aos R$ 3,2210, com giro de US$ 16,201 bilhões.
Juros
Os juros futuros fecharam em queda firme nos trechos intermediário e longo da curva de ontem, enquanto os contratos de curto prazo encerraram em baixa moderada. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2017 (112.430 contratos) fechou em 13,955%, de 13,960% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2018 (165.125 contratos) caiu de 12,54% para 12,50%. O DI janeiro de 2019 (150.985 contratos) terminou em 11,90%, de 11,96%. Com 124.400 contratos, o DI janeiro de 2021 fechou em 11,86%, de 11,93%. (Agência Estado)





