Na mais comentada esquina do Centro, Casa`Horizonte confirma o que muitos esperavam
Londrina amanheceu com um número que chamou a atenção até dos mais experientes do mercado: 80% dos apartamentos do novo Plaenge foram vendidos
PUBLICAÇÃO
sábado, 29 de novembro de 2025
Londrina amanheceu com um número que chamou a atenção até dos mais experientes do mercado: 80% dos apartamentos do novo Plaenge foram vendidos
Da Redação 

Casa’Horizonte teve 80% das unidades comercializadas. A velocidade da pré-venda recolocou o Centro nos círculos de conversas, confirmando uma demanda adormecida que só precisava do momento certo e da experiência de quem há meio século edifica histórias no bairro.
A esquina da Belo Horizonte com a Pio XII, conhecida por quem circula a pé na região e diariamente faz seu vai e vem, carregava anos de expectativa. Muitos moradores locais diziam, meio por brincadeira, meio por desejo, que “sempre imaginavam que a Plaenge ocuparia aquele terreno”. Quando o tapume revelou imagens do projeto e as visitas à Central de Decorados se iniciaram, a sensação foi de reencontro. A Plaenge escolheu aquela esquina como quem devolve algo que já era da cidade.
Assinatura
Com apartamentos de 145 e 181 metros quadrados, todos com três suítes e elevadores privativos, Casa’Horizonte ergue-se sereno. Os brises verticais filtram a luz e desenham o movimento do dia, mudam a expressão da fachada que nunca é a mesma, e as floreiras retomam uma tradição da própria Rua Belo Horizonte: das varandas e quintais que exibiam suas jardineiras repletas de verde. No hall, a transição entre o compasso da rua e o silêncio de dentro é marcada pela água, pela nogueira marchetada e por uma sequência de espaços que sugerem diminuir o passo. A assinatura do arquiteto Nildo José reforça esse temperamento que conversa com o jeito típico de viver do Centro.

Alguns depoimentos de clientes revelam bem esse reconhecimento. Rubens e Clarice Batistute, moradores da região há 17 anos, contam que acompanhavam o terreno “quase como quem espera uma notícia boa”. Clarice diz que sempre quis continuar no bairro, mas buscava um projeto que tivesse a escala da vida local. “A sacada com floreiras nos ganhou. A gente gosta de plantas e ter uma varanda que conversa com a rua é o que faltava. É um lugar onde realmente queremos morar.”
`Como uma casa´
Já Paula Alonso descreveu a experiência de forma afetuosa. “Vivi no Centro durante a infância. Nossas mães moram nessa região para onde quero voltar. A planta do Casa’Horizonte foi desenhada como a de uma casa.”

O desempenho de vendas também revela um fenômeno que já vinha sendo observado desde o lançamento do Paseo Santos. O público do Centro está cada vez mais exigente. Não basta metragem, muito menos uma lista de itens. O apelo está na combinação de desenho, cotidiano e memória. Casa’Horizonte parece ter encontrado essa costura. É um projeto que atualiza o entendimento de morar no Centro sem romper com o que faz dele um bairro de relações estreitas. Palco de caminhadas, lar da feira mais querida da região (a famosa “da Santos”) e abrigo de rotinas que não dependem do carro.
“Reunimos nomes importantes da arquitetura, do paisagismo e da iluminação em um projeto que aproxima memória urbana e referências brasileiras”, revela Rodolfo Sugeta, superintendente da Plaenge em Londrina.

O resultado fala por si. No competitivo mercado de alto padrão de Londrina, ciclos acelerados de venda costumam vir acompanhados de projetos que procuram criar um senso de pertencimento imediato. Casa’Horizonte elevou essa categoria ao tratar o público com sensibilidade e empatia raras no setor.
“A boa arquitetura não rompe com o que existe, mas agrega valor ao lugar. Por isso a Plaenge procura atuar sempre com profundo respeito ao entorno”, reforça o diretor corporativo da Plaenge em Londrina, Marcelo Resquetti. Casa’Horizonte chama o Centro de “vizinho”. Esse é o conceito que orienta o projeto.
Autor de projetos premiados em parceria com a Plaenge, o Studio Ronaldo Rezende parte da simbologia da esquina para desenhar um edifício que se integra à cidade. Sem alarde, é o silêncio dos espaços que modula o tom. Da fachada dinâmica aos interiores, os elementos sustentam a promessa de que viver no Centro continua fazendo sentido.

“Os intervalos do Casa’Horizonte”, diz o arquiteto Nildo José, ao explicar seus interiores minimalistas, “foram pensados para serem preenchidos pelas pessoas.”
Serviço:
O apartamento decorado está aberto ao público na Central da Plaenge, na Avenida Madre Leônia Milito, 1700. As visitas dos últimos dias indicam que a procura deve seguir intensa. Para muitos londrinenses, é a oportunidade de revisitar o Centro como seu próximo e definitivo endereço.


