Apesar do circo de horrores montado pela extrema-esquerda, a exibição do filme “1964 – O Brasil entre armas e livros” na UEL foi um grande sucesso. Na noite de quarta-feira, mais de 90 pessoas lotaram a sala de eventos do CCH, um verdadeiro templo da esquerda universitária, para assistir àquele que é, sem sombra de dúvida, o melhor documentário já realizado sobre a ditadura militar brasileira. Esse pequeno acontecimento — a simples exibição de um filme — transformou-se em marco histórico e divisor de águas na vida da instituição. Nada mais será como antes na UEL: a hegemonia da esquerda foi quebrada, e Londrina começa a retomar o controle sobre a sua Universidade.

Imagem ilustrativa da imagem Vencemos a censura esquerdista
| Foto: Divulgação/Brasil Paralelo


Enquanto passava o filme, uma turba de militantes travestidos de alunos cercava a sala de eventos, repetindo slogans, fazendo performances grotescas e urrando xingamentos. Ao mesmo tempo, o número de visualizações do filme atingia 2 milhões, batendo todos os recordes da internet.


Dentro da sala, 1964 — o filme. Fora da sala, 1984 — o livro. Dentro da sala, espectadores. Fora da sala, censores. Dentro da sala, estudantes. Fora da sala, militantes. Dentro da sala, a realidade. Fora da sala, a ideologia. Dentro da sala, a civilização. Fora da sala, a barbárie. Dentro da sala, a língua portuguesa. Fora da sala, a novilíngua. Dentro da sala, uma crítica à ditadura. Fora da sala, um ensaio de ditadura.


Não aconteceu apenas na UEL. Em todo o Brasil, houve tentativas de censurar “1964” e hostilizar os seus espectadores. Com a divulgação do filme pelo YouTube, os censores esquerdistas deram com os burros n’água. Agora todo mundo — inclusive vocês, meus sete leitores — pode ver o filme. E ninguém nos impedirá de fazer isso.


O filme produzido pelos meninos do Brasil Paralelo não faz apologia de nenhuma ditadura. É o oposto disso. É contra a ditadura, contra a tortura, contra a censura, contra o assassinato de adversários, contra tudo isso que os regimes socialistas sempre fizeram em escala industrial, onde quer que tenham chegado ao poder.


Muitas pessoas merecem parabéns pela sessão histórica da última quarta-feira. Destaco aqui o trabalho dos jovens do movimento UEL Livre e também do projeto UEL – A Casa da Tolerância, coordenado pelo professor Gabriel Giannattasio. E, claro, os responsáveis pelo documentário — onde brilham dois intelectuais londrinenses, meus amigos Silvio Grimaldo e Bernardo Pires Küster.


Aristóteles dizia que a coragem é a mais importante das virtudes, porque permite a existência de todas as outras. “1964” é mais que um filme, é um ato de coragem. Precisamos levar essa coragem para dentro de todos os lares, escolas, empresas e instituições do Brasil. Tudo o mais depende disso.

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