Imagem ilustrativa da imagem O ataque do Dragão Vermelho
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Esqueceram a cor do Dragão que aparece no capítulo 12 do Apocalipse. De acordo com o texto de São João, o terrível monstro VERMELHO “varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu”. Em seguida, o apóstolo narra: “Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho”. (Ap 12, 3-4)

O Dragão Vermelho está entre nós. Está entre nós e tenta, de qualquer maneira, devorar a nossa Igreja e dominar a nossa Fé. Foi ele, e não a “direita violenta” que arruinou o nosso país durante o longo reinado da esquerda criminosa no Brasil, diante do silêncio de muitos.

Foi o Dragão Vermelho quem levou nosso país à vergonhosa marca de 70 mil homicídios por ano, aos últimos lugares na educação mundial e à aflição de 14 milhões de desempregados. Foi ele quem saqueou o Estado brasileiro e sequestrou todas as instituições do país. Foi ele quem empunhou os flagelos das drogas, da ideologia de gênero e do aborto — afinal, ele quer devorar as crianças. Não, não é a “direita violenta” quem lidera essa carnificina.

Foi o Dragão Vermelho quem transformou a nossa vizinha Venezuela, outrora o país mais próspero e livre da América Latina, em um campo de concentração e extermínio, onde imperam a fome, a opressão, o desespero e a morte. Foi ele quem consagrou a aliança demoníaca entre o narcotráfico e o socialismo. Das armas e drogas trazidas pelo Dragão, morrem os filhos do Brasil. Não foi a “direita violenta” quem fez isso, muito menos o “tradicionalismo”.

A Tradição que defendemos é a de Jesus Cristo, dos Apóstolos, dos Santos Padres, dos Mártires, daqueles que nunca se calaram diante do crime e do pecado. É a Tradição dos missionários, dos padres anônimos, dos que levam o nome de Jesus Cristo para todos os lugares. É a Tradição que honra a Santíssima Virgem, não deuses pagãos.

A tradição do Dragão Vermelho é bem outra. É a tradição de assassinato, roubo e miséria do socialismo. É a tradição de Stálin, de Mao, de Pol Pot, de Fidel Castro, de Che Guevara, de Hugo Chávez. É a tradição que levou o ditador Maduro à Rússia de Putin no último dia 24, enquanto seu comparsa Diosdado Cabello visitava a tradicionalíssima Coreia do Norte. Por uma incrível coincidência, logo depois apareceu a imensa mancha de petróleo na costa brasileira... Como isso certamente não foi obra da “direita violenta”, a esquerda pacifista se calou.

O Dragão Vermelho, fiel à sua tradição de maldade, agora semeia conflitos por toda a América Latina. Os raivosos soldados do Dragão — também conhecidos como black blocs — aterrorizam, destroem e matam no Chile, no Equador, em Honduras, no México, na Colômbia, no Peru. No Brasil, esperam a libertação do criminoso Lula para iniciar a fase revolucionária do terror — e, claro, derrubar o presidente Bolsonaro, enquanto os ratos “direitistas” abandonam o navio.

Não há outra opção, meus amigos, a não ser enfrentar o Dragão Vermelho. Deus nos fortalecerá: “Houve uma batalha no céu. Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram. E já não houve lugar no céu para eles”. (Ap 12, 7-8)

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