Imagem ilustrativa da imagem Derrube o muro, Bolsonaro!
| Foto: iStock

Acabei de ler com grande interesse o livro “A Queda do Muro”, dos jornalistas Jean-Marc Gonin e Olivier Guez, que descreve a derrubada do Muro de Berlim há exatos 30 anos. Logo depois daquele episódio, Lula e Fidel Castro fundaram o Foro de S. Paulo, entidade nefasta cujo objetivo era reerguer o Muro na América Latina; não uma barreira de pedra, mas um muro de mentira, vergonha, morte e corrupção chamado socialismo.

Esse novo Muro da Vergonha, que por 16 meses aprisionou o País, está sendo derrubado pelo povo brasileiro. A queda do nosso Muro começou com a Lava Jato; levou ao impeachment da estocadora de vento; botou Lula na cadeia; prosseguiu com a eleição de Bolsonaro; avançou com as reformas estruturais; e agora precisa ser concluída com a derrota definitiva da bandidagem.

Em 1987, Ronald Reagan foi até Berlim e disse uma frase histórica:

— Sr. Gorbachev, derrube esse muro!

Dois anos depois, o Muro caía.

Em 2018, nós elegemos Bolsonaro para derrubar esse Muro da Vergonha que separa Brasília do Brasil, da mesma forma que o outro separava Berlim Ocidental e Berlim Oriental.

Pois agora é hora de dizer, nas ruas:

— Bolsonaro, derrube esse muro!

E o passo decisivo para fazê-lo, presidente, é vetar NA ÍNTEGRA o famigerado projeto de lei de abuso de autoridade, cujo nome mais apropriado seria Estatuto do Criminoso. É óbvio que existem abusos de autoridade, mas o projeto concebido pela dupla Renan-Requião utiliza-se de uma causa justa para promover a aniquilação do País. É o mesmo que tratar dor de cabeça com decapitação. Como já se disse aqui, o atual projeto não coíbe o abuso de autoridade: promove a autoridade do abuso. Aprová-lo seria o fim da Lava Jato e, logo em seguida, do governo Bolsonaro.

Há exatos três meses, em 26 de maio, o povo brasileiro foi às ruas, mesmo contra a vontade da maioria dos caciques políticos, com uma pauta positiva inédita: em defesa da reforma da Previdência e do pacote anticrime. Agora, vamos às ruas com uma pauta em defesa da sobrevivência da democracia e da justiça no País. Além do veto integral ao Estatuto do Criminoso, queremos o início imediato do processo de impeachment dos srs. Toffoli e Gilmar Mendes; a escolha de um PGR alinhado com a vontade do povo brasileiro manifestada nas urnas; e o fortalecimento do ministro Moro e da Operação Lava Jato. Errar em qualquer uma dessas pautas pode representar a perda do apoio popular para Bolsonaro. Nós não somos como os eleitores de Lula, que aceitam qualquer coisa do político que apoiam.

O Brasil está sendo atacado em sua soberania por forças internacionais inescrupulosas. O fogo das fake news sobre a Amazônia tem um objetivo claro: derrubar Bolsonaro e assim frustrar as esperanças do povo brasileiro. Para esses abutres externos e internos, o Brasil não pode dar certo.

É por isso que Bolsonaro não pode errar agora. É por isso que eu irei às ruas neste dia 25.

Fale com o colunista: [email protected]

mockup