AVENIDA PARANÁ -

A hora e a vez do Sapão

Neste domingo (17), o Brasil vai às ruas pelo impeachment do famigerado Gilmar Mendes

1. Na história recente do Brasil, já houve o impeachment de dois presidentes e a cassação de vários parlamentares do Congresso Nacional. O único alto poder da República ainda incólume é o Judiciário — mas a hora chegou. Neste domingo, dia 17, o povo brasileiro vai às ruas para exigir o impeachment de Gilmar Mendes. Motivos não faltam: na mesa do presidente do Senado estão diversos pedidos de impeachment para aquele que os brasileiros apelidaram de Sapão. O mais fundamentado desses pedidos é de autoria do célebre jurista Modesto Carvalhosa. Pela voz do Dr. Carvalhosa, o País inteiro grita: — Fora, Gilmar!  


2. O impeachment de Gilmar dará início a um efeito dominó para restaurar a verdadeira democracia no Brasil. As próximas peças a caírem são o presidente do STF, o famigerado Toffoli, e os outros quatro ministros que abriram as portas da cadeia para soltar o Bandido-Mor, o Agente Cubano e outros milhares de criminosos.   




3. Como bem observou o professor Olavo de Carvalho, uma democracia não se define pelo funcionamento das instituições, mas na medida que essas instituições são controladas pelo povo. No Brasil atual, a cúpula de um dos poderes da República — justamente aquele que não foi eleito pelo povo — está em guerra contra o conjunto da sociedade e de tudo é capaz para impedir o desenvolvimento do País.  


4. O exemplo mais recente da guerra do STF contra o País foi dado pelo assessor do PT que atualmente se encontra na Presidência da Corte. Em um golpe de estilo soviético, o companheiro ministro colocou as mãos em dados sigilosos de 600 mil pessoas físicas e jurídicas. Isso nem é mais caso para impeachment, mas para prisão pura e simples.  


5. Não sei vocês sete estão lembrados de “Pinky e Cérebro”, um desenho animado exibido nos anos 90. Pinky era um ratinho alto, magro e estúpido; Cérebro era um ratinho baixo, cabeçudo e metido a esperto. Todos os dias, o primeiro diálogo entre os dois era o mesmo:  

— E o que vamos fazer hoje, Cérebro?  

— Ora, Pinky! O que tentamos fazer sempre: CONQUISTAR O MUNDO!  

O diálogo entre os ratinhos do desenho me parece a imagem perfeita para definir a extrema-imprensa brasileira. Os jornalistas da mídia Rio-São Paulo, com raras exceções, atuam como assessores de comunicação da aliança PT-PSOL. Vai chegando quarta, quinta-feira, e eles inventam outro factoide para jogar no colo do presidente da República. Todos os dias, nas redações cariocas e paulistanas, ouve-se o mesmo diálogo:  

— E o que vamos fazer hoje, Cérebro?  

— Ora, Pinky! O que tentamos fazer sempre: DERRUBAR BOLSONARO!  


6. “Minha filha me perguntou: por que o dia da proclamação da república é feriado e o dia do descobrimento do Brasil não é? Fácil de explicar. Eu disse: o dia da proclamação foi um dia inútil e o dia do descobrimento foi um dia útil. Tenho certeza de que ela entendeu pra sempre.” (Alessandra Barbieri Pessoa)  


7. Domingo encontro vocês na rotatória do Vicente Rijo, às 15 horas. Fora, Sapão!  


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