Visitando a família na Inglaterra
Fabiano Teixeira, um dos diretores da FD English, ao lado da irmã, Daniela Teixeira, que vive em Londres há mais de 20 anos
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 03 de setembro de 2026
Fabiano Teixeira, um dos diretores da FD English, ao lado da irmã, Daniela Teixeira, que vive em Londres há mais de 20 anos

Visitando a família na Inglaterra, Fabiano Teixeira, um dos diretores da FD English, ao lado da irmã, Daniela Teixeira, que vive em Londres há mais de 20 anos. Para Fabiano, voltar à Inglaterra todos os anos vai muito além de uma viagem. É reencontrar a família, os amigos e um lugar onde viveu por muitos anos e que continua fazendo parte da sua história. “Quando chego aqui, às vezes nem sei se estou deixando a minha casa ou chegando em casa”, conta Fabiano.
A pedido do reitor Oscar, Ney Braga comprou o Ouro Verde
Do ex-reitor da UEL, médico e professor Oscar Alves, que reside em Curitiba, recebemos o seguinte esclarecimento sobre a conquista do Cine Ouro Verde para a Universidade: "A Coluna de Oswaldo Militão publicou que o Banco Itaú e a Igreja Universal tentaram comprar o Ouro Verde." A bem da verdade histórica, diz Oscar, "Sobre a tentativa da compra do Cine Ouro Verde, tenho a lhes informar que, quando eu era o Reitor da UEL, de 1974 a 78, o Diretor Cultural da Universidade, Cleto de Assis, foi convocado pelo Ministro da Educação do Governo Geisel, o paranaense Ney Braga, a assumir o Departamento de Assuntos Estudantis do MEC. Em uma visita a Londrina , Cleto encontrou o Diretor da Folha, que disse que o Ouro Verde estava sendo comprado pelo Banco Itaú. Ele foi à UEL e me informou desse fato. Ocorre que um dos maiores acionistas do Cine Ouro Verde era o empresário Celso Garcia Cid, cujo seu advogado era o Dr. José Hosken de Novaes, Chefe da Assessoria Jurídica da UEL. Imediatamente fomos falar com o Dr. Hosken. Ele confirmou a compra e nos informou que estava redigindo o Contrato de Compra e Venda. Solicitei que conversasse com o Celso Garcia Cid para não vender ao Banco Itaú e sim para a UEL, e ele respondeu que a Universidade não teria Dez Milhões para comprar. Eu lhe disse: aguarde eu falar com o Ministro Ney Braga. Telefonei ao Ministro e expliquei que o nosso objetivo era comprar o Ouro Verde e transformá-lo em Cine Teatro. Ele concordou, respondendo que o MEC daria cinco milhões e o Governo do Paraná, os outros cinco. O Dr. Hosken foi conversar com o Sr. Celso Garcia Cid, que também, concordou. Assim, no inicio de 1978, a UEL comprou o Cine Ouro Verde. O MEC nos enviou os cinco milhões e o Governo do Estado pagou cinco milhões no início de 1979, por ordem do novo governador o mesmo Ney Braga. Portanto, foi ele quem viabilizou a compra do Ouro Verde pela UEL, o melhor espaço cultural de Londrina. Esta é a verdadeira história do Cine Teatro Ouro Verde".
Sobre habitação popular

Em clima de reconhecimento institucional, Jaci Aguiar e Paulo Oliveira acompanharam, na Câmara Municipal, a aprovação de terrenos destinados à habitação popular. Ao destacar a prioridade conferida pelo prefeito Tiago Amaral à política habitacional, Jaci cunhou uma definição direta: ”o prefeito da habitação”.
ANIVERSARIANDO
Estão comemorando aniversários nesta semana, período, entre os dias 2 e 6, os seguintes médicos londrinenses: Melissa Tiemi Suguieda, André Bertoni Ferraz, Kengo Baba Hasegawa, Eduardo Durante Ramires, Ivan Luís Hidalgo, Antônio Marcelo Barbante Casella, Inácio Koji Hashimoto, Mateus Ribeiro da Silva e Thiago Sesti da Silva Cruz. Muita saúde e sucesso a todos eles e elas.
Valorize seu tempo

A vida está mais corrida a cada dia. Facilitá-la faz bem à própria saúde. O ARMAZÉM DA MODA é um centro de compras completo. “Valorize o seu tempo aqui! Temos tudo o que você e a sua família precisam para serem felizes!”, enfatiza o staff.
Oktoberfest de Rolândia
Pelo andar da carruagem, mais um ano Rolândia ficará sem sua famosa Oktoberfest. Um fato é certo: é difícil substituir os que já se foram. Entre nós: não é fácil, mas a Prefeitura poderia surpreender e incentivar a festa em 2027.
Parceria com a Skol
Aqui em Londrina, não sabemos se a Arel voltará a promover sua festa da cerveja. Há 20 anos, era uma das mais famosas do Paraná. Havia ótima parceria com a Skol, cuja fábrica, o novo dono tirou daqui.
Compraram o terreno
Os anfitriões de festas na Arel, chamado carinhosamente de Clube Alemão, há muitos anos, eram Willem Smijtink, presidente, e Antônio Amalfi, diretor social, que compraram o terreno onde hoje é a sede social do clube, vizinha do Igapó. Realizaram uma campanha vitoriosa para isso.
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A opinião do colunista não é, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina


Oswaldo Militão
Decano do colunismo social no Paraná.



