Imagem ilustrativa da imagem O urbanismo de Londrina na memória de Dematté
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O engenheiro Romeu Dematté Júnior rememora para a FOLHA, a pedido desta Coluna, fatos do final da década de 1970, quando era secretário de Urbanismo, Obras e Viação. Ele conta: ”Acontece que, recentemente, colegas de engenharia me chamaram atenção para a seguinte questão. Você sabia que depois daquele planejamento urbanístico de Londrina de 1977 não houve nenhum outro, e que aquele foi o primeiro e único executado até hoje?Por essa razão resolvi rever os principais fundamentos contidos no planejamento urbano para a nossa cidade. O planejamento não tratava apenas de soluções para a malha urbana da época, porém, já fazia antecipações do que iria ocorrer com a Grande Londrina no futuro, e estamos falando de 44 anos atrás, como uma série de avenidas de pista dupla previstas para o crescimento de Londrina, assim como realmente aconteceu, principalmente nas zonas Norte e Sudoeste. Apresentamos na Câmara uma lei, aprovada, que nenhum novo loteamento poderia nascer sem considerar uma distância mínima de 500 metros de duas avenidas com pista dupla, e também com toda a infraestrutura necessária: galerias, asfalto, calçadas, arborização, etc., de modo que novos loteamentos já passaram a respeitar o planejamento de maneira a reservar os espaços para as novas e futuras avenidas. Uma simples lei que mudou Londrina que, até então, crescia como uma colcha de retalhos. Já constava deste planejamento urbano obras essenciais que deveriam ser consideradas para um crescimento harmônico e adequado. A Companhia de Melhoramentos somente foi planejada na sua área central e para uma população de apenas 70.000 habitantes. Maringá deveria ser a capital do Norte do Paraná e para isto foi planejada. Como sabemos, pela nossa história, em razão da estrada de ferro chegar primeiro em Londrina e aqui ficou por um tempo razoável, o desenvolvimento de Londrina foi maior que o esperado. O engenheiro considerou destaques previstos pelo planejamento urbano de 1977: mudança da via férrea que cortava a cidade de Londrina ao meio, e acabando com uma diferença social marcante entre a Londrina de cima e debaixo da “linha” do trem. Vamos destacar a Criação do Pool de Combustíveis e determinação da área industrial próxima aos Cinco Conjuntos, onde se localizaria a mão de obra mais disponível. Construção dos conjuntos habitacionais, com toda a infraestrutura e já considerando as vias de acesso e cerca de 25.000 casas, que se tornaram o maior projeto habitacional do sul do país."
E prosseguiu Romeu Dematté: "Revitalização dos fundos de vale, assim como a Vila Portuguesa, Zerão, Rubi, entre outros e também o desassoreamento do lago Igapó e mais previsão do novo aeroporto, indicando onde era o antigo aeroporto como uma das possibilidades. Também foi indicado o trecho de pré-metrô, no local onde sairia a antiga estrada de ferro, pós construção da variante ferroviária, bem como a conclusão da Avenida Dez de Dezembro e execução da nova Av. Leste Oeste. Levamos com a maior necessidade a interligação das malhas viárias com as cidades vizinhas Cambé e Ibiporã, além da participação dos projetos com o governo do Estado para as determinações na captação e distribuição de água para região metropolitana de Londrina que se iniciava. Foi decidida a previsão dos principais viadutos rodoviários e ferroviários, nos cruzamentos das estradas estaduais e federais que cortavam nossa cidade. Nova rodoviária com convite acertado para o arquiteto Oscar Niemeyer, que realizou o projeto. Ligações da malha central com universidade. Fizemos questão de lembrar deste planejamento porque estamos prestes a realizar um novo plano diretor para Londrina e ressaltamos que todos devemos participar. Esperamos que este novo plano não cuide apenas de zoneamentos, mas preveja as diretrizes básicas e necessárias para um crescimento sustentável, que sem dúvida Londrina continuará tendo." Resumidamente, afirma Romeu, "somos pés vermelhos, amamos esta cidade e como cidadão continuo participando do desenvolvimento de Londrina através novos loteamentos e no desenvolvimento de softwares pela Exactus Software."

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Falando para a Coluna sobre as consequências da pandemia na saúde mental da população, a psicóloga Ismara Oliveira disse que o isolamento serviu como pano de fundo para muita irritação, tédio, vazio, solidão e desespero. “Uma sensação de falta se instalou de forma geral e com ela veio a necessidade de preenchimento com certas compulsões, como se estivéssemos em uma guerra. Tirou os indivíduos de suas rotinas e um medo irracional tomou conta de forma coletiva, pois qualquer situação de perigo iminente pode agravar transtornos pré-existentes ou ser gatilho para novos, com predomínio de ideias negativas e pensamentos catastróficos”, complementa a doutora Ismara. Ela acrescenta que a pandemia , por outro lado, "chegou como oportunidade de olhar para si, para o que é essencial sem ilusórias compensações e de colocar em prática os maiores poderes internos humanos.” "A arte é sempre uma atividade inspiradora para o individuo, planejar nova rotina, apoiar-se na família e nos amigos, buscar a religiosidade, desenvolver potencialidades, são atitudes que fazem transformar o medo em adaptação. Contudo, a terapia é fundamental para promover o autoconhecimento e ajudar a desenvolver os recursos para enfrentar as adversidades", relata Ismara Oliveira, da Clínica Acta, terapia comportamental.

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Além de vestir a família toda, no Armazém da Moda os consumidores ainda economizam nas compras de alimentos saudáveis, no Almeida Mercados. Em tempo: aproveite o estacionamento grátis. Estamos cuidando de cada detalhe para manter a saúde e o bem-estar de todos !

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Uma égua da raça Friesian foi atendida dias atrás no Hospital Veterinário da UniFil. A presença do animal chamou atenção, já que é uma raça com poucos criadores no Paraná. A fêmea Zara teve ferimento no casco de uma das patas após pisar em um prego. Foi operada pelo médico veterinário e professor Pedro Henrique Carvalho e se recuperou totalmente. A proprietária, Adriele Guerra Borges, elogiou o trabalho. A Friesian é de origem holandesa, usada para tração. Na primeira guerra eram animais usados para puxar canhões. A raça estava em extinção, mas hoje é bem utilizada para montaria com éguas que chegam a 600 quilos e 1,70m. Inclusive, já participaram de filmes como Zorro, Mulher Maravilha e Jumanji. Na foto, a égua com o professor Pedro Carvalho, o cinegrafista André Alves, a apresentadora Luly Barbero, que vai exibir reportagem sobre o animal neste domingo (14) e Adrielle Guerra Borges, que é de Assaí.

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BBB21: surpreendendo a todos, Fiuk formou a dupla com Rodolffo, que venceu a prova da Gilette no programa. Magrinho, pernas finas, pois só cozinha e come fígado e rabada, Fiuk mostrou sua boa resistência física. Se ele for eliminado, o pessoal vai passar fome, pois as moças não querem saber de cozinhar.

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Moisés Leônidas retornou com Elisa de rápida temporada em Balneário Camboriú e neste sábado (13) estará com amigos na feijoada do Maneco com Jaleco.

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Ouvido em uma imobiliária da cidade: "Quem aluga apartamento não deve aceitar avós do locatário como co-responsável pelo aluguel e pagamento de condomínio. É de difícil execução por qualquer advogado."

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Antônio Furuta preferiu trabalhar com chocolates importados a oferecer os tradicionais Ovos de Páscoa, a exemplo de anos passados, no Mercado Shangri-lá.

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José Machado Botelho, ex-governador do distrito 4710 do Rotary Clube, é leitor assíduo desta coluna. Odair Chiquetto, rotariano de Rolândia, diz que Botelho é uma das pessoas mais inteligentes e determinadas que conheceu e que se trata de um amigão. Gerente aposentado do Banco do Brasil, Botelho já exerceu seu cargo em alguns países.

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Entre as guloseimas do Empório Gastronômico, do chef Dida, estão as sempre procuradas empadas e os pastéis de Belém, uma das delicias da doceria oriunda de Portugal.

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Há 25 anos que a padaria Vienna mantém a mesma equipe de panificação. Por isso, o sucesso de seus pães, como o francês, elogiado nessa época de pandemia.

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Partidos políticos de Londrina estão procurando se realinhar, visando as eleições do ano que vem. Poderão surgir mais candidatos a deputados federais e estaduais do que da última vez. Para o Senado haverá a vaga de Alvaro Dias, que não disse até agora (ainda é cedo, dizem amigos seus ) se concorrerá à reeleição ou disputará outro cargo.

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Lais Takaoka e Pablo Valentim são o atencioso casal que comanda a Nelson Boulangerie. Que mantém a tradição da qualidade da panificação francesa, inaugurada aqui há anos pelo saudoso pai, o amigão Nelson Takaoka, engenheiro agrônomo que decidiu fazer o curso na escola de panificação em uma Universidade de Tóquio.

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Cachorros gostam de passear com seus donos e também de marcar territórios. É próprio do animal. Mas quando sujam calçadas, as pessoas, por lei, teriam a obrigação de limpar o que seus "pets" depositaram... E isso não acontece na rua Pandiá Calógeras, no Jardim Shangri-lá, onde tudo fica exposto e o perfume não é bom.

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A loja Sinézio Magazine, que tem 60 anos de tradição em Londrina, reabriu suas portas recebendo seus amigos e mais pessoas atraídas pelas promoções oferecidas, inclusive em todas as suas roupas de grife.

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O restaurante Bella Itália, do Bristol Hotel, recebendo seus hóspedes para almoço e jantar, tudo dentro da obediência às normas determinadas pela Secretaria Municipal de Saúde.

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As mandiocas da temporada são brancas e ficam duras demais depois de fritas. As amarelas, colhidas em chácaras e pequenos sítios, oferecidas por vendedores ambulantes, são melhores, dizem as cozinheiras e cozinheiros.

Quem lê esta Coluna

Esta Coluna é lida por Alessandra Andrade Vieira, nossa querida amiga, está desenvolvendo uma série de atividades interessantes em Londrina.

É lida pelos advogados Gabriel Pistun Montagna e Juliana Pistun Montagna, que são irmãos, e também pela advogada Izabella Cristina Alonso, do escritório de Juliana.

A Coluna é lida também pelo band-leader Carlinhos Bicas, o comandante da ótima Banda Showbiss, que, assim que passar a pandemia, voltará a animar festas de formaturas, casamentos e aniversários na cidade e região.

É lida pelo Geraldino Alves, que mora no Rio de Janeiro, em Realengo, e que contou o seguinte: um rapaz, com um rato na mão, ameaçou os passageiros de um ônibus, e caso alguém não lhe desse cinco ( 5 ) reais, soltaria o ratinho... Quando perguntaram para que desejava o cincão, respondeu que queria apenas o dinheiro para comprar uma lata de cerveja bem gelada... Pulou do ônibus e sumiu no meio do povo. Antes, disse que levaria o ratinho como presente para sua filha pequena.

É lida pela competente economista Tânia Mara Rodrigues, que é mãe do técnico de basquetebol Bruno Lopes.

É lida por Alessandra Ortolani, que é dinâmica gestora do CRA no Paraná.

Entre os leitores da Coluna está Manuel Ilidio Salgado, que gosta de pescar em águas brasileiras, paraguaias e argentinas. É um craque no anzol e tem grande número de amigos que adoram fisgar belos peixes.

É lida por Paloma Venturelli, vice-presidente do Moinho Globo, que é a empresa fundada por Ciro Venturelli em 1954, em Sertanópolis. Hoje comandada por Giancarlo Venturelli.

A Coluna é lida por Paulo Leite Silva, que mora em Miami, e que conta que todos os colégios voltarão com suas aulas, dentro de 30 dias.

É lida pelo advogado José Roberto Brunassi, sempre up-date com os principais problemas da cidade.

Lida também por Fernanda Salanti Ziegmann, que foi homenageada pela Fecomercio do Paraná, onde recebeu o Prêmio Mulher Empreendedora.

É lida pela sempre elegante e inteligente Maria do Caro Gouveia de Moraes, que residiu vários anos em Londrina, e hoje mora em Corumbá de Goiás.

É lida por Jorge Nishikawa, presidente do FOCA, que é o Foto Clube de Apucarana. Está sempre fotografando as flores bonitas dessa acolhedora cidade.

Também entre os leitores está o professor Ricardo Faria, que é quem mais entende de orquídeas em toda a região. Espera pela oportunidade de promover outra feira de orquídeas no Armazém da Moda.

É lida pelas irmãs Adriana Tan e Silva e Márcia Tan Miyamura, elogiadas fonoaudiólogas de Londrina. Elas são do Instituto Tan e do Hospital de Otorrino de Londrina. E estão sempre buscando buscando novidades para a fonoaudiologia.

É lida por Rafael Henrique Fujara, que mora em Chiba, na cidade de Tóquio, onde trabalha e estuda. Rafael era do saudoso açougue de sua mãe, na Super Quadra Tupã, na Duque de Caxias, que deixou saudades entre sua clientela.

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