O primeiro reitor da Universidade Estadual de Londrina, o médico gastro Ascencio Garcia Lopes foi também o primeiro diretor da Faculdade de Medicina de Londrina, que depois passou a ser curso da UEL. Foi ele quem trouxe os primeiros professores para a medicina da universidade, citados como alguns dos melhores que já davam aulas em São Paulo, apresentando-lhe um ótimo projeto futuro para desenvolver os trabalhos médicos. Alguns do que vieram, e depois de três anos, por alguns motivos, retornaram a seus locais de origem, tornaram-se destacados profissionais, até mesmo em entidades internacionais. O primeiro reitor da UEL, o doutor Ascencio, teve uma uma passagem histórica no Palácio Iguaçu, em Curitiba, quando foi para uma audiência com o governador Haroldo Leon Perez, que era deputado federal eleito por Maringá, escolhido para suceder Paulo Pimentel. Haroldo demorou-se para atender o reitor da UEL e, quando o fez, disse que nada poderia dar para a instituição resolver seus problemas, de construção de salas necessárias pra aulas e equipamentos. Ascencio protestou e acabou a audiência. No dia seguinte, o governador Leon Peres telefonou para o prefeito Dalton Paranaguá, médico em Londrina, eleito pelo MDB, dizendo-lhe que iria demitir Ascencio do cargo de reitor. Resposta de Dalton para o governador: então mande passar alguém aqui pela Prefeitura de Londrina e pegue a chave da cidade. Leon Peres não tomou nenhuma das atitudes. Ficou quieto. Ele já estava com outros problemas. Ficou apenas de março a novembro no governo do Paraná, pois foi convidado pelo governo federal, que o nomeou, a pedir demissão. Ficou menos de um ano como governador, em virtude de atos considerados impróprios para uma autoridade do executivo estadual...

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| Foto: Saulo Ohara - 06/10/2016,

Aniversário

Amanhã, domingo, dia 19, aniversaria o jovem governador paranaense Carlos Roberto Massa Junior, o Ratinho Junior, que o vimos com o pai, ainda menino, aqui na TV Tropical, quando Ratinho Pai iniciava sua carreira na televisão. Vinham de Jandaia do Sul, em dois ou três veículos para gravar o programa semanal dele. Forte abraço aos dois e parabéns pelo aniversário do filho governador.

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| Foto: José Fernando Ogura/AEN

ANIVERSARIANDO

Comemoraram aniversários ontem, dia 17, a elegante Vera Camargo, que foi presidente da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de Londrina, Solange Perin Garcia Lopes, Milton Antunes, Armando César Gazella, Amauri Tornaro Toledo e o médico Ascêncio Garcia Lopes (foto de Saulo Ohara - 06/10/2016), o primeiro reitor da Universidade Estadual de Londrina, quem de fato construiu grande parte da instituição.

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Hoje estão comemorando aniversários os londrinenses Lúcia Theóphilo, Norma Gardemann, Rafael Bertin, a elegante Neusa Kreling, a artista plástica Regina Menezes, Francisco Caetano Garcia e Mauro de Oliveira Jr., todos muito estimados pelos amigos e conhecidos.

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Festejando aniversário também no domingo, Mônica Rizzi Isper, esposa do médico José Isper, Gabriel Garcia Cid, Roberta Peixoto Silveira, Adriano Mantanari, Patrick Tamburus, Maria Lúcia Fresneda e Vânia Queiroz, advogada e presidente da subseção local da Ordem dos Advogados em Londrina. Gente fina!

Iate Clube

A diretoria do Iate Clube de Londrina, sob o comando do comodoro Paulo Bassani, adotou medidas visando preservar a saúde e a integridade física dos associados e colaboradores.A agremiação instituiu o Comitê da Crise, integrado por diretores e conselheiros para deliberar assuntos de ordem emergencial neste período, suspendeu as atividades para os associados, concedeu férias coletivas e manteve um grupo mínimo de colaboradores para conservação do patrimônio. Medidas financeiras serão tomadas, compreendendo a delicadeza do momento. O Iate estuda formas de evitar a inadimplência, repassando para o associado descontos na taxa de manutenção, levando em consideração a economia nas despesas. "O momento pede resiliência. Dói o coração ver o maior e mais querido clube de Londrina vazio, no entanto, tudo vai passar e em breve o Iate Clube de Londrina estará novamente badalando as noites e os finais de semana dos Londrinenses", declara o comodoro

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| Foto: Divulgação

Encontro

Os empresários da FD English em Londrina, Dóra Horváth e Fabiano Teixeira, em recente encontro com a astróloga Yara Ramos( foto). "Como é bom conhecer uma pessoa de tanta influência e conhecimento, principalmente sendo mulher”, relata Dora, empreendedora que veio da Europa para Londrina com objetivo de montar seu projeto na cidade. "Yara Ramos é apresentadora de rádio, televisão e também escritora, já com muitos anos de conhecimento da área. É referência no assunto”, diz Fabiano

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AABB Londrina

Nesta semana (16 de abril), a AABB de Londrina completou 63 anos de existência. O presidente do clube, Edemilson Ribeiro, conta que a diretoria havia programado uma série de eventos para comemorar o aniversário, mas devido à pandemia tudo foi cancelado. “Esperamos poder abrir a agremiação a partir da próxima segunda (dia 20), pois como a situação está sob controle nada justifica tamanho sacrifício", argumenta o presidente. Durante o período em que o clube está fechado, estão em andamento manutenções e a finalização de algumas obras. Entre elas, a reforma de toda fachada do bar, construção de uma churrasqueira gourmet em anexo e também instalação de um novo sistema de aquecimento para a piscina de hidromassagem. Na foto, Oscar e Varcília Schwanz (ele diretor da AABB), o presidente Edemilson Ribeiro, Mônica e João Balan (ela também é diretora do clube).

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| Foto: Divulgação

O professor Zaqueu e o filósofo alemão

Nesses tempos de coronavírus, a pergunta que mais se ouve, pelo telefone, ou quando passamos um pelo outro, mesmo de máscara é sempre: Como vai? Está tudo bem? Sempre respondemos que sim, mais ou menos, vamos levando e por aí afora... Mas um certo filósofo alemão, que era citado pelo professor Zaqueu de Mello, em suas aulas de Filosofia, no terceiro ano do científico do Colégio Londrinense, isto em 1958, sempre respondia: “Vou bem, mas sinto apenas uma certa dificuldade em ser bem melhor...”. O professor Zaqueu de Mello foi deputado estadual uma vez só (não quis ser reeleito, pois seria), e criou o estabelecimento de ensino superior que hoje é a sempre elogiada Unifil. Ele é nome também do teatro que fica no prédio da Biblioteca Municipal de Londrina.

O dentista Roberto Sahyun com a esposa Kity Eik Sahyun em recente evento que movimentou a colônia libanesa londrinense. Sempre presenças muito celebradas.

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| Foto: Divulgação

Estradas e belas paisagens,
mas na quarentena dos EUA


Estas fotos são de rodovias e estradas que cortam boa parte de regiões dos Estados Unidos, passam pelas famosas Montanhas Rochosas, cujas paisagens sempre foram consideradas belas e admiradas por turistas e pelo povo norte-americano. O rolandense Odair Chiquetto lá esteve, com seu filho Lorenzo, que atualmente mora em Fort Lauderdale, na Flórida. Ficaram mais do que eufóricos com o Monument Valley, que fica na divisa entre Utah e Arizona. Um fato chamou a atenção deles: os governos de lá fazem asfalto de ótima qualidade e cercam as estradas, as rodovias, com pequenas cercas (observem detalhes nas fotos), para evitar que animais ultrapassem o asfalto e causem acidentes, e acabem morrendo. Tudo lá é bem programado, pensado. As paisagens já foram muito utilizadas em filmes famosos, lembrou-nos Odair Chiquetto. O diretor John Ford aproveitou essas regiões para fazer os seus westerns, vistos no mundo todo. Os índios Navajos habitavam a as montanhas dali. Rota 66 foi filmado no Arizona. Sete homens e um Destino teve como cenário locais como os dessas fotos feitas por Odair e seu filho Lorenzo Chiquetto. O detalhe de agora é o seguinte: elas estão vazias, como se pode ver nessas fotos, feitas alguns meses antes do coronavírus pegar quase o mundo todo, matando já mais de 33 mil norte-americanos. Dizem à boca pequena, por lá, que o presidente Trump nunca passou nelas, guiando algum veículo seu. Mas o filho dele já, quando estudante, solteiro, fazia dessas rodovias um via particular para fazer roncar motores de seus possantes.

Imagem ilustrativa da imagem O reitor da UEL que retirou-se de audiência com o governador
| Foto: Divulgação
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Vanusa Macarini escreve de México

A ex-colunista social da FOLHA, Vanusa Macarini Nienow, escreve para a Coluna, de Leon, Guanajuato, México, onde reside com o marido, o empresário Wilmar Nienow. Ela conta: “Vivemos dias de muita angústia quando, há um mês, estávamos em um cruzeiro e muitos países começavam a fechar fronteiras a fim de prevenir o contágio. Nossa viagem estava terminando em Buenos Aires, éramos 14 familiares de nacionalidades brasileira e mexicana. Foi no dia 15 de março que as autoridades argentinas proibiram entrada de estrangeiros e estávamos lá, esperando ancorados no porto. Por pouco não nos deixam sair. Ficamos três dias esperando por uma negociação, revisão sanitária das 4.850 pessoas a bordo, reclusão nas cabines e comida escassa. Mas o pior, sem dúvida, foi o medo que sentimos. O episódio ganhou repercussão internacional. Felizmente conseguimos voltar para o México, onde vivemos. Que alegria estar em casa. Não há coisa melhor – repetimos uma e outra vez. Mas hoje, depois de tanto tempo em isolamento, estamos cansados e confusos, como todos!

** Residimos em Leon, Guanajuato, uma cidade de clima semidesértico no centro do México. Temos o privilégio de viver à margem da cidade, cercados pela natureza e pelo entusiasmo de cinco cachorros e dois gatos. Somos abençoados, pois estamos sãos e vivos! Mas do lado de fora, a história é diferente. Não temos amigos ou familiares contaminados, e lamentamos as tristes estatísticas diárias. Porém, estamos assombrados com o iminente colapso na economia mundial, algo que vemos já afetar nossos pares mexicanos. São milhares as demissões nas indústrias de calçados, estas que são base da economia de León. Também a crise chega às gigantes plantas automotrizes e no sem fim de fábricas da região, que produzem aqui para abastecer o mercado mundial. Consideramos que a parqalização da economia será catastrófica para o mundo. Estamos inconformados com a incoerência do nosso presidente André Manuel López Obrador. Ao ser eleito, dois anos atrás, propôs mudar o país e promover a “Quarta Transformação”. Soava bem. Imediatamente, Obrador criou bolsas de auxilio pra os mexicanos de baixa renda e com isso raspou o taxo das reservas nacionais, inclusive a que hoje estaria destinada para esta situação de emergência. O país reclama a falta de dinheiro para acudir a pandemia e não oferece propostas adequadas para apoiar as empresas. Quem visita e vive no México convive com um povo extremamente educado, amável e servil. Obrador incita a animosidade entre classes e estimula um rancor entre trabalhadores e empresários, algo que antes não se via aqui. ** Como em todo mundo, estamos em compasso de espera para que se encontre uma cura para o Covid-19. Até lá, trataremos de aproveitar o tempo livre como uma oportunidade para desenvolver novas habilidades ou aprimorar as que já temos. Um abraço a todos, de Vanusa Macarini Nienow.´´

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Alberto Torimitsu conta que amigos do Japão informam que os casos de infecções por coronavírus vêm aumentando em algumas cidades do país. Na última terça-feira, foram registrados 162 falecimentos. Por isso, não estranhem se o governo japonês tomar novas medidas sobre isolamentos sociais. E mais: a chegada de trabalhadoras do Brasil, Cingapura e Coreia do Sul serão proibidos no mínimo por 40 dias. Uma das maiores colônias de nipo-brasileiros que tentam a vida no Japão é de Londrina, Assaí, Uraí, Apucarana e Maringá.

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