No segmento de festas
Andrea Lehmann, profissional do universo de noivas, com o filho Pedro Lehmann Kauss, em movimentado evento em Londrina
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
Andrea Lehmann, profissional do universo de noivas, com o filho Pedro Lehmann Kauss, em movimentado evento em Londrina
Lucilia Okamura 

Andrea Lehmann, profissional do universo de noivas, com o filho Pedro Lehmann Kauss, em evento que movimentou o segmento de festas em Londrina. Pedro Kauss é corretor e atua ao lado do pai, Wallid Kauss. Nos finais de semana pega sua limusine e faz o transporte de noivas.
Cristal, a champanhe mais cara
Diz a logística de bufês que 8 em cada grupo de 10 pessoas preferem tomar champanhe, se oferecida inicialmente, deixando o vinho para depois, acompanhando pratos principais. Mas as entradas oferecidas a convidados, a champanhe vem primeiro, e é a preferida de quase todas as convidadas. Se não houver champanhe, as asti-espumantes serão sempre bem-vindas. Oferecer champanhes Crystal ou Don Pérignon, só mesmo em eventos milionários ou em casamentos de gente com o bolso em condições altas. A Crystal, tida como a “top”, está custando 2.800 reais a garrafa e a Don Pérignon (dos frades) a 2.100 reais. Uma vez, há uns 25 anos, estávamos com o Rotary Londrina Norte em Assunção, e comprei uma de Don Pérignon, pelo equivalente a 450 reais. Em Foz do Iguaçu quase nunca é encontrada à venda. Mas da Moet Chandon, a Veuve Clicquot, chamada de “la grande dame” é excelente e custa muito menos. Mas me contento com uma italiana Fontanafreda ou asti da Martini, bem gelada, embora não faça muito bem para a garganta. Como dizia o famoso colunista Zózimo Barrozo do Amaral, do Jornal do Brasil e depois de O Globo, “enquanto houver champanhe haverá esperança...” Gozativo, ele perguntava de vez em quando: “Por que todo jantar é tido como requintado? Por que toda hostess é elegante? Por que todo menu é delicioso? Por que toda decoração é sofisticada? E por que todo champanhe é sempre excelente (e sempre geladíssimo melhor ainda)? Melhor que não respondam”, afirmou o sábio e saudoso jornalista de coluna social.
Nomes de leitores na Coluna
“Como leitor de sua coluna e assinante da Folha de Londrina, vimos reivindicar que continue constando na Coluna, como acontecia anteriormente, os nomes das pessoas que gostam de ler suas notícias. Era bem legal e interessante”, é a solicitação do leitor Sandoval Mota de Jesus. Pedido que vamos procurar atender. Muito brigado pela sugestão.
Quinta na Quintino

Oportunidade incrível para descartar de forma consciente os aparelhos eletrônicos que você não utiliza mais. Será nesta quinta-feira (19), das 9 às 12 horas, no Shopping Quintino, sob o comando da ONG E-letro. Há quase 15 anos, a associação realiza ações ambientais voltadas para o lixo eletrônico. A ONG possui todas as licenças exigidas. Serão aceitos aparelhos eletrônicos em desuso ou avariados, dos menores aos maiores. Para mais informações, ligue (43) 3339-0475 ou acesse www.eletro.org.br “Hábitos conscientes contribuem para a preservação do meio ambiente e da saúde pública. Participe você também!”, incentiva o staff.
Nova Campanha União Solidária
Realizada pelo Instituto Dexis, com apoio da Sicredi Dexis e Instituto Cocamar, a campanha União Solidária entra em sua sexta edição e as entidades já podem iniciar o cadastro de projetos a partir desta semana. A campanha é direcionada a entidades que atuam nos eixos de Assistência Social, Cultura, Educação, Esporte, Meio Ambiente e Saúde, contemplando crianças, adolescentes, jovens, adultos, mulheres, idosos, pessoas com deficiência e gente em tratamento de câncer. As entidades devem cadastrar seus projetos, para arrecadar recursos por meio de vendas de cupons, no site https://www.campanhauniaosolidaria.com.br/
Cláudia Cardinale
“Imperdoável”, disse-nos, pelo telefone, o amigo Bimbo Novaes, diretor do MS: “Você esquecendo de Cláudia Cardinale, formando, então, um quarteto de ‘sorelas da beleza’ que os romanos tanto cantavam em seus poemas latinos. Gina, Sofia Loren, Rosana Podestá e Cláudia Cardinale.” Faz tempinho que os diretores italianos não revelam outras “deusas do cinema”.
Com os superintendentes
O Banco do Brasil tem, agora, sua presidente, a primeira mulher a dirigir o primeiro banco do país, fundado por Dom João VI, rei de Portugal, ainda no Brasil Colônia. Segundo se soube, ela pretende, logo, reunir em Brasília todos os superintendentes estaduais do BB. Lula deseja que o Banco do Brasil entre para valer no empréstimo consignado para aposentados.
O LONDRINA E A LUA
Pai Oswaldo de Bela Vista diz que a fase da “lua crescente” deverá ajudar o Tubarão a vencer o jogo de hoje no Estádio do Café, pelo Campeonato Paranaense. Mas o seu time deverá também “crescer” de produção.
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