Rodeada de amigas e familiares, a aniversariante Monica Sciarra Mandelli celebrou seus 60 anos, numa noite festiva, em sua residência, no Lago Parque, ao som de música pop( leia-se o músico David Correia). Com direito a bolo e docinhos, a festa seguiu noite adentro. As fotos são do evento.

O casal anfitrião Wilson e Mônica Mandelli
O casal anfitrião Wilson e Mônica Mandelli | Foto: Divulgação
A aniversariante com a sobrinha Marina Sciarra
A aniversariante com a sobrinha Marina Sciarra | Foto: Divulgação
Mônica Sciarra Mandelli com os irmãos Paulo Afonso Sciarra e Eduardo Sciarra
Mônica Sciarra Mandelli com os irmãos Paulo Afonso Sciarra e Eduardo Sciarra | Foto: Divulgação
A arquiteta e a cunhada Andrea Mandelli
A arquiteta e a cunhada Andrea Mandelli | Foto: Divulgação

Obrigado! Imagina!

O professor Dilson Catarino envia comentário para a Coluna sobre o uso das expressões que estão no título. Ele escreve: ”Existem algumas palavras e expressões inadequadas que se cristalizam no cotidiano, ou seja, tornam-se habituais. São expressões que devem ser evitadas por quem quiser se comunicar com esmero e elegância. Seguem alguns exemplos: Responder a um “obrigado” ou “obrigada” com “imagina!”. O adequado é dizer “por nada, de nada, não há de quê, eu que agradeço, obrigado(a) eu”. Nunca é exagero lembrar que o homem deve falar “obrigado” e a mulher, “obrigada”.

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Numa afirmativa em que se quer dizer categoricamente que algo está certo ou adequado dizer “com certeza!”. Não é inadequado, mas tornou-se um vício linguístico brasileiro. O melhor será dizer “certamente, decerto, sem dúvida”.

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Quando se quiser exemplificar algo, dizer “Pensa em alguém…” ou “Imagine alguém…”. O melhor será usar, por exemplo, no lugar de “Pensa em alguém feliz” dizer “Esse alguém é muito feliz” ou “Se há alguém feliz, é esse alguém”.

Festejando

Neste sábado (26 de abril) é aniversário de José Carlos Schaefer, Cintia Ciccarelli Gomes, Sueli Bortolim, Tazzio Borghesi, José Olympio Monteiro, Cristiane Medina, Leonor Siena Mafia e Joana Moressi.

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No domingo (27) os parabéns vão para o destacado engenheiro José Pedro da Rocha Neto, Shirley Heritt, Samira Prioli Jayme, Rosalva Rolim Lopes, Clayton Herpich, Elza Gerais Greca , Alfredina Pascholatti, e Priscilla Filgueiras

No Sírio Libanês

Imagem ilustrativa da imagem No aniversário de Mônica Mandelli
| Foto: Divulgação

Especialista em cirurgia do quadril, o ortopedista Dr. Walter Taki esteve em São Paulo para participar do 16º Curso de Cirurgia Avançada do Quadril. A capacitação de alto nível foi realizada pelo Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa, com especialistas do Brasil e do exterior, como o Dr. Rafael Sierra, da Clínica Mayo (USA), dr. John Timperley (Exeter, Inglaterra), Dr. Javier Perez (Colômbia) e Dr. Matin Butaro (Argentina). Dr. Walter teve uma participação especial no curso como debatedor sobre complicações da artroplastia total do quadril com o tema luxação de prótese de quadril.

Uma maçã para quatro

A médica oftalmologista Cornélia Wendel vem recebendo muitos elogios pelo livro "Uma maçã para quatro". O romance publicado pela editora Labrador chamou atenção inclusive do jornalista e escritor Nilson Monteiro. No Instagram, ele escreveu: A autora explica a origem do nome do livro: vem de uma cena também familiar que, apesar de parecer prosaica, é igualmente dramática: uma vez por semana, seu pai viajava do sítio onde moravam para a cidade e, quando o dinheiro permitia, comprava uma maçã a ser dividida por quatro (ele e suas três filhas). A mãe de Cornélia renunciava à sua parte em gesto de abnegação. Tal qual o pai das crianças no Gueto de Varsóvia. O lúdico do nome da obra não consegue, porém, ofuscar as agruras dos judeus e seus familiares, tanto os que foram massacrados pela sanha nazista quanto os que conseguiram refugiar-se em outros países. A saga das três mulheres, uma mãe e duas adolescentes, no reinício de vida em um novo país, é a fotografia do sofrimento: deixaram um ambiente refinado, com piano e bordados, para trabalhar de domésticas no Brasil, tendo que tirar leite de vacas de madrugada”. O livro foi disponibilizado no dia 16 de abril, Dia Nacional da Lembrança do Holocausto, em pré-venda, pela Amazon.com.br . O lançamento está previsto para o dia 29, em Londrina.

Viajando por um ano

Uma família de Londrina está viajando pelo mundo em 2025. A viagem vai durar um ano. O casal economizou, vendeu o carro, tirou licença do trabalho e junto com as 3 filhas está percorrendo diversos países . Até agora, eles já estiveram na Tailândia , Malásia, Singapura, Vietnã e Japão. Que aventura!

CASADOS HÁ 72 ANOS

Imagem ilustrativa da imagem No aniversário de Mônica Mandelli
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Os pioneiros Vany de Oliveira Capucho e Everaldo Alves Capucho estão comemorando 72 anos de casamento. Everaldo chegou a Londrina com os pais em agosto de 1934. A família estabeleceu-se na região do Três Bocas. Além de contador, foi professor, comerciante e apicultor. É autor do livro “Apicultura – O Fantástico Reino das Abelhas”. Vany é filha de Carolina Garcia de Oliveira e Armando Antunes de Oliveira. Foi professora e diretora escolar até se aposentar. O casamento ocorreu em 5 de abril de 1953. O casal tem quatro filhos (os engenheiros Nivaldo, Nilson e Nilton e o jornalista Nelson Capucho), oito netos e dois bisnetos. Parabéns!!

O torcedor merece respeito

Um torcedor do Londrina, também leitor da Coluna, reclama do tratamento que recebeu no VGD na estreia do LEC na série C. Ele comprou ingresso para sentar na cadeira, pagou R$ 60,00 conforme orientação do pessoal da bilheteria. Na hora de sentar foi encaminhado pelo staff para uma arquibancada, atrás do banco de reservas. O time faz ótima campanha .É hora de tratar o torcedor com todo o carinho e muito respeito.

1º Torneio ImapctJewels

O Londrina Golf Club será palco neste domingo (dia 27) , do 1º Torneio Impact Jewels by Paulo Anastácio. O evento que também celebra os 35 anos do LGC tem shot gun marcado para as 8h. Inscrições na secretaria do clube ou pelo telefone ( 43) 98432- 1478. Os organizadores esperam expressivo número de golfistas no Torneio.

Paraná e Japão juntos pela transformação do agronegócio

Imagem ilustrativa da imagem No aniversário de Mônica Mandelli
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Durante encontro com representantes da JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão), e de instituições de pesquisa brasileiras, foi entregue em Londrina o Projeto de Desenvolvimento Colaborativo da Agricultura de Precisão e Digital à Fundação Araucária.Articulada pelo secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, a iniciativa visa fortalecer o ecossistema de inovação do agro paranaense. Na foto, o secretário Alex Canziani; os professores Daniel Kaster e Marcelo Canteri, da UEL/CIA-Agro; Ricardo Inamasu, Eduardo Speranza e João Mendonça Naime, da Embrapa Instrumentação e Agricultura Digital; Lucas Pastre Dill, coordenador da Integrada Cooperativa; o diretor de C&t da Fundação Araucária, Márcio Spinoza; e diretores da JICA, que reafirmaram o compromisso do Japão com o desenvolvimento sustentável no Paraná.

Venezuelanos no Flores do Campo

O bairro Flores do Campo, na zona norte de Londrina, é o local de maior concentração de venezuelanos da cidade. Um obreiro de uma igreja que atua no bairro contou para a Coluna que toda semana chega, pelo menos, uma nova família da Venezuela. Também disse que, de 40 alunos matriculados em um curso de informática oferecido por uma igreja que atua no Flores do Campo em parceria com a ONG E-letro, mais da metade é formada por venezuelanos. Tem inclusive uma mulher de 75 anos que se matriculou e vai começar a aprender .

Clube do Truco de Londrina

Mais de 30 aficionados se reúnem, toda sexta-feira, para jogar truco em uma chácara no parque Aurora. Trata- se do Clube do Truco de Londrina. Foi fundado há mais de 40 anos e até hoje mantém a tradição .Além de jogar truco, um dos sócios fica responsável por oferecer um jantar. É bom lembrar que lá não há apostas em dinheiro. O objetivo é se divertir e fazer amigos .O clube tem sede própria e aceita novos integrantes.

20 mil vezes por 1 real

O cantor Ivan Lins contou em uma entrevista que para receber um real de direitos autorais por mês precisa que suas músicas seja tocadas 20 mil vezes . Se o cálculo for esse mesmo, o ECAD deveria melhorar a remuneração dos compositores. É pouco !

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A opinião do colunista não é, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina

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