Nas Unidades Básicas de Saúde
A professora Cleusa Wichoski destaca a importância das ações dos estagiários na capacitação profissional e no atendimento aos pacientes
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 13 de setembro de 2023
A professora Cleusa Wichoski destaca a importância das ações dos estagiários na capacitação profissional e no atendimento aos pacientes
Oswaldo Militão 

Atividades práticas e estágios na graduação são fundamentais para os universitários terem a melhor formação, conhecerem a profissão e chegarem preparados ao mercado de trabalho, inclusive para empreender. No curso de Nutrição da UniFil, mais de 50 alunas e alunos atuam diariamente em Unidades Básicas de Saúde da rede municipal, orientando a população sobre cuidados nutricionais, hábitos saudáveis de alimentação e dieta no tratamento de doenças. A professora e supervisora de estágios em UBS Cleusa Wichoski destaca a importância das ações dos estagiários na capacitação profissional e no atendimento aos pacientes. Cita também a Clínica de Nutrição da UniFil como referência em acolhimento à comunidade. Na foto, a nutricionista, acupunturista e docente Cleusa, especializada em Saúde Pública e Alimentação Funcional, e com mestrado em Ciências Fisiológicas, durante palestra no Congresso Multiprofissional de Saúde da instituição.
Prêmio Nobel vem a Londrina
Prêmio Nobel da Paz (2007), Prêmio Mundial da Alimentação (2020), embaixador da Boa Vontade do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura, e referência na área da agricultura regenerativa, o cientista Rattan Lal vem a Londrina para participar do 4º Fórum do Agronegócio, no dia 18 de setembro, no Parque Governador Ney Braga. Ele mora nem Ohio (EUA). Lal fará a palestra magna do evento realizado pela Sociedade Rural do Paraná, abordando o tema “O Brasil e sua liderança mundial: perspectivas e desafios”.
Churrasco com Bruno

O astro da música sertaneja Bruno (da dupla com Marrone) almoçou, recentemente, no Galpão Nelore, em Londrina . “Ele aprecia um bom churrasco”, disse o maitre João Batista Manoel, que atendeu o famoso sertanejo e está com ele na foto. A dupla Bruno e Marrone faz show em Londrina neste sábado.
‘Função social das terras’
volta a ameaçar produtores
Uma propriedade rural ficará sob o “tacão” de um fiscal púbico, para analisar se está cumprido função social. O Agronegócio precisa se organizar melhor para se defender dos ataques contra o direito de propriedade. A Justiça, via STF, precisa deixar os produtores rurais trabalharem em paz. A sensação pela descrença em seus direitos adquiridos, pela propriedade que compraram e pagaram, é grande. As entidades ruralistas precisam sair em defesa de sua categoria, que trabalha muito pelo país. O deputado federal Luiz Carlos Hauly disse-nos, ontem, pelo telefone, direto de Brasília, que ele e os demais colegas da Frente Parlamentar da Agricultura estão mais do que atentos ao assunto, que será debatido na Câmara. Como se sabe, pelo que aprovou o STF, por 9 votos a 1, tanto o governo federal, como estadual e municipal, poderão desapropriar qualquer propriedade rural. A Câmara dos Deputados discorda do STF e vai apresentar suas razões e vão votar pela anulação do que foi decidido pelo outro Poder.
Em Israel

A deputada federal londrinense Luísa Canziani (PSD-PR) é uma das integrantes do seminário para lideranças políticas brasileiras, realizado essa semana, em Israel. Luísa foi convidada pela Confederação Israelita do Brasil, Federação Israelita do Estado de São Paulo e Project Interchange (instituto educacional e apartidário), juntamente com mais sete deputados federais e um senador. O programa incluiu encontros com membros do Knesset, o Parlamento israelense, funcionários do Ministério das Relações Exteriores, analistas políticos e acadêmicos, líderes palestinos e árabes israelenses, bem como visitas ao instituto de pesquisa agrícola, órgãos de segurança pública, usina de dessalinização da água do mar, entre outros. Na foto, a comitiva formada pelos deputados Luísa Canziani , Marcel Van Hattem , Kim Kataguiri, Pedro Paulo Carvalho Teixeira, Renata Abreu, Orlando Silva, Tabata Amaral e o senador Fabiano Contarato.
Valmir Amorim, o pedreiro que levou 36 milhões da megasena
O que me contaram foi o seguinte sobre o ex-pedreiro Valmir Amorim, que morava em Santo Anastácio, no Oeste Paulista, onde cresci dos 2 até os 15 anos: Esse anastaciano acima citado resolveu ir trabalhar em São Paulo. Arrumou emprego na construção da Penitenciária do Carandiru. Um dia, já com o segundo ordenado recebido, decidiu apostar na megasena, que ainda pagava prêmios em cruzados, a moeda corrente no país. Fez dois jogos simples. E a sorte lhe sorriu: marcou os números 02, 03, 07, 08, 31 e 43. Só ele acertou e ganhou 720 milhões de cruzados, hoje equivalentes a 36 milhões de reais. Feliz da vida, disse que comprou um automóvel zero e deu de presente para o dono da Lotérica, onde fez a aposta. Depois comprou tudo que queria, já na região de Santo Anastácio. Faltou alguém confirmar, mas dizem por lá que ele comprou 40 carros de uma vez. Na região de Teodoro Sampaio (onde o MST andou invadindo) Valmir Amorim comprou uma fazenda de 2 mil e 200 hectares, em um total de 22 quilômetros quadrados de terras. Comprou mais sítios para seus familiares e compadres e, com seus 23 anos, comprou um belo barco para pescar e passou a frequentar circuitos de forrós e outros bailes e festas. Antes do Plano Collor ser aprovado, ele comprou mais gado, que ocupava metade de suas terras. Na outra metade, cana de açúcar. Não adquiriu mais terras, porque o presidente Color reteve o dinheiro de todos, e o deixou também com muito pouco dinheiro em sua conta. Valmir Amorim ainda está vivo, claro, e vivendo muito bem, bem mais rico talvez. Ele poderia, penso eu, ter construído uma creche escola em Santo Anastácio, e outra em Teodoro Sampaio, para filhos de pedreiros, e filhos de seus empregados e para outras crianças, pois creche sempre faz falta. Ainda está em tempo de Amorim fazer isso ou muito mais, se puder...
Médicos do Londrina
Dois garotos, estudantes, me perguntaram sobre médicos que o Londrina Esporte Clube já teve. Voltei então também ao tempo do Londrina de Futebol e Regatas, cujo primeiro médico foi Oswaldo Palhares, clínico geral, carioca, como Walid Kaus, médico laboratorista que foi pioneiro também no atendimento a jogadores do alviceleste. Depois tivemos Dalton Paranaguá, que foi prefeito da cidade; o ortopedista Wilson Campos, o também ortopedista Plácido Arrabal e o cardiologista Luís Carlos Miguita. Todos deram grande colaboração ao LEC e depois Tubarão. Até hoje, se o Londrina está mal na Série B, não é por fala de médico competente.
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A opinião do colunista não é, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina


