Histórias de amor na universidade
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sexta-feira, 12 de junho de 2020
Oswaldo Militão 
O convívio diário no trabalho ou nos estudos pode despertar sentimentos, unindo casais e formando famílias. Quando ocorrem em ambientes saudáveis e de respeito mútuo, é comum que resultem em relacionamentos cheios de alegrias. Na UniFil e no Colégio Londrinense, são muitos os exemplos de funcionários e alunos que se conheceram e seguiram adiante com planos para a vida em família. No Dia dos Namorados, três histórias em que colégio e universidade estarão sempre presentes na vida dos personagens.

Em seu trabalho na UniFil, Moyses foi designado para treinar uma equipe contratada para atendimento aos alunos. Caroline estava nesse grupo, em seu primeiro dia de trabalho. O contato no trabalho despertou o interesse dos dois. Combinaram de sair e logo iniciaram o namoro. Estão há um ano e sete meses juntos. “A UniFil foi a ponte e deu certo. Tenho que agradecer pela oportunidade de emprego e por conhecer a pessoa que amo muito”, declara Caroline. Moyses retribui: “Eu também te amo!” Na foto, Moyses Borges de Medeiros Neto e Caroline Wolf Moraes Moro

Murillo e Alana estudaram o ensino fundamental e médio apenas como colegas. Fizeram faculdade na UniFil e pós-graduação, sem se encontrarem. Alana começou a dar aulas no Colégio Londrinense e um ano depois Murillo foi contratado para lecionar. Apaixonados por iniciação científica, passaram a dividir a vida profissional e começou também um interesse pela vida pessoal. “Tantos anos após convivermos no Colégio e UniFil, nossas vidas se cruzaram e Deus nos mostrou o motivo: formar uma família. Em 2020, completaremos cinco anos de casados, com duas preciosidades: Alice (de 1 ano e 8 meses) e Eloá, nossa recém-nascida de dois meses.” Na foto, Murillo Bernardi Rodrigues e Alana Seléri Rodrigues com as filhas

Larissa estudava psicologia e Rodrigo era aluno de biomedicina. Se viam nos corredores da UniFil. Um amigo em comum foi o responsável pela aproximação dos dois. Numa grande coincidência, descobriram inclusive que moravam perto um do outro, quase na mesma rua. Não demorou muito e começaram a namorar. Rodrigo se formou em 2017 e atua na área farmacêutica. Larissa concluiu o curso em 2018 e é do RH da UniFil. Neste ano se casaram. na foto,Larissa Osete e Rodrigo Kikuchi
Hoje, em Sinézio Magazine, aberto até as 20 horas, o assunto será as peças das novíssimas coleções que chegaram, para elas presentearem os namorados, noivos e maridos. Eles vão gostar do capricho nas escolhas.
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Onde foram parar aquelas crianças, filhos de ilegais presos ao tentar ficar nos Estados Unidos? O governo Trump havia os colocados em locais separados dos seus pais. Onde estariam agora, passados alguns meses?
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Loteria de São João, dia 23, véspera de São João. Como diz Aldemar Mascarenhas, só não poderá ganhar quem não jogar. São R$ 150 milhões em prêmio, gente!
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A OMS diz que existem 50 milhões de pessoas no mundo com problemas de epilepsia e 24 milhões de pessoas com Alzheimer. Informa também que morrem 7 milhões de pessoas todos os anos em virtude do Mal de Parkinson.
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Os vinhos importados da Itália, Argentina, Chile, Portugal, Espanha e França. Fazendo sucesso na adega de Mário e Antônio Furuta, no Mercado Municipal do Shangri-lá.
Acabar com a reeleição

O administrador de empresas Ludinei Picelli escreve para a FOLHA sobre o tema “Acabar com a reeleição e suas distorções”. Diz ele o seguinte: “Mal acaba uma nova eleição e o detentor do cargo já pensa, fala e age para ser reeleito. Isso vale tanto para o Executivo como para o Legislativo. Em nosso cenário político, a continuidade por reeleição do mandatário é uma enorme mazela, com raras exceções. Com obsessão pelo voto, eles focam unicamente as urnas da próxima eleição, adiando importantes decisões para não atrapalhar seus instintos, quem já não viu gestões postergarem medidas antipáticas, mas de extrema necessidade, para um pretenso segundo mandato e parlamentares deixarem de votar leis porque o ano é de eleição? Isso é corriqueiro e afeta grave e profundamente a vida dos brasileiros, num deplorável e odioso escárnio. Na área judicial, a grande distorção é a permanência quase que vitalícia de magistrados atuando na Suprema Corte, nomeados e aprovados sob crivo político. Pobre Brasil! Da descomunal parcela de políticos e autoridades sem amor à Pátria! Uma significativa mudança nesse sistema decrépito de governança seria possível com a aprovação de uma emenda constitucional para impedir a reeleição em todos os níveis do executivo, permitir a renovação de mandato apenas uma vez nos setores do legislativo e limitar o de ministros do STF em, no máximo, 10 anos, cuja a escolha para o cargo seria realizada sem a intervenção dos outros poderes. Muitos dirão que a proposta é simplista Todavia, seria um norte a seguir, com adaptações que não mantivessem o mofo que alimenta o ranço do sistema atual. Resta-nos saber se nossos políticos teriam dignidade de cortar na própria carne´´.
Arel, Country e Iate não podem abrir
Parece que esta tem sido a decisão, há dias, por parte do Coesp, que estuda a reabertura dos vários setores da cidade: que as agremiações Arel, Iate Club de Londrina e Londrina Country Club não poderão voltar com suas atividades. O que diretores desses clubes não entendem é por que só nessa cidade que não podem receber seus sócios, que são proprietários dos títulos dos três. Inclusive é uma questão de saúde, pois a volta aos clubes poderia melhorar até a saúde mental de seus sócios e familiares. Mas essa comissão continua impedindo. Inclusive o Country Club vai recorrer novamente da decisão ao Tribunal de Justiça do Paraná, perguntando por que clubes de outras localidades paranaenses podem abrir, funcionar e de Londrina não. O Country Club já estava com tudo pronto para a reabertura: máscaras para todos, álcool gel e termômetros para medir associados e familiares. O Iate Clube de Londrina foi o primeiro a pedir a reabertura de suas atividades, mas também recebeu a negação do poder municipal, que negou o direito aos sócios de frequentar sua própria casa, o seu clube.


