Um quarteto de ótimas amigas, em momento festivo deste 2020, antes do agravamento do coronavírus em Londrina: Elisê Poy, Fabíola Sahão, Márcia Turquino e Solange Abu-Jamra

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O jovem empresário Lucas Inocente Vezozzo está aniversariando hoje. É filho de Marta e Sinézio Vezozzo e neto de Hercilia e do saudoso Alices Vezozzo. O londrinense que ganhou na Justiça indenizações de bancos oficiais do Brasil e nada recebeu. Quem sabe, um dia, seus netos recebam. Pelos cálculos atuais passaria dos 500 milhões de reais.

Filas nos bancos e o

povo bem juntinho!

Ontem foi uma segunda-feira de muita gente nas portas dos bancos, enfrentando filas e o sol, e também por isso, às vezes sim, às vezes não, é difícil manter a distância de três metros uns dos outros. E mais difícil foi entrar nas agências bancárias, para saber se você ainda tinha dinheiro na conta, se chegou a aposentadoria, se um dinheirinho que tinha para receber foi pago, e etc. Na porta, um bancário educado, mas sem poder resolver tudo. Sempre tendo que falar com outro colega para decidir alguma questão. Como a dos aposentados ou acima de 60 anos, e principalmente as pessoas acima dos 80 anos, que não precisariam entrar na fila. Mas ontem não teve perhaps. Até mulheres nas filas deram broncas nos idosos, que tentavam falar com o moço da portaria. As agências bancárias precisam colocar mais funcionários. Um só não basta para orientar tanta gente, todos clientes ou futuros clientes.

O PRIMEIRO BANCO - Foi na praça de São Marcos, em Veneza, que surgiu a “primeira banca”, na Itália e no mundo. Não havia ainda dinheiro, e as pessoas negociavam ouro, prata e joias, que ficavam espalhados em um banco, em plena praça. Isso segundo o professor Deonisio da Silva, o notável estudioso da origem das palavras.

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Jordana Hauenstein Mendonça está feliz da vida com a conclusão do curso de biomedicina, pela Unifil. Agora os planos são para a pós-graduação.

Salário Educação

Sindicato Rural Patronal de Londrina volta a alertar os produtores rurais que têm ou tiveram funcionários registrados nos últimos 5 anos. Eles podem solicitar a devolução do salário educação recolhido pelo produtor-pessoa física, no percentual de 2,5% sobre a folha salário. Por meio de ações individuais, produtores já estão conseguindo a obtenção deste direito. “Além de receber os últimos 5 anos, ainda tem o cancelamento deste recolhimento nas folhas futuras” afirma Edson Dornellas, presidente do sindicato. Informe-se.

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O escritório Graça Advogados, tendo à frente os advogados João Alberto Graça (foto) e Denize Cabulon Graça, recebeu pelo segundo ano consecutivo o prêmio da Revista Análise como um dos 500 melhores escritórios de advocacia do Brasil. Passou de 4º lugar no estado para o 2º no ano passado. Ainda neste mesmo ano ,o advogado João Graça também foi premiado como um dos destaques na advocacia do Brasil. Agora, em razão da Covid-19, seus advogados estão em home office e se preparam para os novos desafios que virão pela frente por conta das grandes dificuldades que enfrentarão as empresas e os trabalhadores. Os advogados usam parte do seu tempo elaborando matérias informativas para os clientes em razão das inovações legislativas das Medidas Provisórias editadas pelo presidente da República. João Graça aproveita para esmiuçar as informações através de lives e traz seu corpo jurídico para debater com quem estiver assistindo. Ele tem mais de 30 anos de conhecimento jurídico e larga experiência no direito tributário e trabalhista, além de ser membro de um dos maiores Institutos de Mediação do Estado de São Paulo.

Adama doa 325 macacões impermeáveis

A Adama, uma das principais empresas de proteção de cultivos do mundo, realizou duas ações sociais em Londrina, um dos municípios onde estão baseadas suas operações. A empresa doou 325 macacões impermeáveis (item de proteção individual destinados às equipes médicas responsáveis por atendimentos em UTIs e Samu), álcool em gel 70% e solução sanitizante, utilizados para limpeza, assepsia, desinfecção de superfícies e atendimentos médicos. Os materiais foram direcionados ao Hospital Universitário de Londrina. Em ação social coordenada pelo Instituto Adama, com a participação de funcionários e familiares durante a campanha de vacinação contra a gripe influenza, realizada em abril, a empresa arrecadou 300 quilos de alimentos não perecíveis. "Nossos colaboradores sentiram-se gratificados em poder ajudar seis comunidades carentes atendidas pela Diocese de Londrina para onde foram direcionadas as doações", informa Denise Caldeirão, coordenadora do Instituto.

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O presidente da Arel, Fernando Berbel Júnior se pronunciou nas redes socais para levar uma palavra de solidariedade e também anunciar providências tomadas pelo clube. A administração da Arel, desde o início das discussões sobre a chegada da pandemia em Londrina, adotou medidas para garantir a saúde dos associados e colaboradores. "A pandemia paralisou toda a sociedade , obrigando pela primeira vez a fechar o clube. Mesmo fechado, a Arel necessita de manutenção, as quadras precisam ser molhadas, manutenção do parque aquático, limpeza para evitar proliferação da dengue. Teremos alguma redução de custos com energia elétrica, diesel e horas extras, porém o maior custo é a folha de pagamento, encargos trabalhistas e fiscais”, informou Berbel. Ele também disse que apenas alguns colaboradores se revezam para a manutenção do clube, os demais estão em home office, com seus salários mantidos. A diretoria da agremiação suspendeu a cobrança da mensalidade das modalidades esportivas no mês de abril e vai arcar com o salário dos professores. “Também vamos manter o desconto de 20% da mensalidade de manutenção do clube para pagamento até a data do vencimento. Esta medida é válida para abril e maio", destacou o presidente.Caso seja necessária alguma informação, associados devem entrar em contato pelo telefone 3315-3400 ou e-mail [email protected]. "Estamos monitorando a crise com reuniões virtuais da diretoria, semanais e às vezes até mais freqüentes. O momento pede união e solidariedade a todos. Juntos, passaremos por esta grave crise. Juntos, sairemos fortalecidos e nos recuperaremos”, salienta Fernando Berbel Junior.

A realidade de Madhu: o livro

escrito como se fosse em 2035

Publicado também neste 2020 pela editora Saraiva, o livro “A realidade de Madhu”, da autora Melissa Tobias, ocorre no ano de 2035, no planeta Terra. Diz ela que, surpresa, parecia ter dormido um pouco, como um cochilo depois do almoço. Durante esse tempo, o sistema financeiro dos terráqueos mudou completamente – o antigo sistema faliu por completo, surgindo o sistema de recompensas. A pessoa é recompensada cada vez que pratica o bem ao próximo, e – afirma a autora – a nova moeda de troca, que ela deixa claramente, é a filantropia. O petróleo foi completamente substituído por fontes de energias limpas. Todas moradias são autossustentáveis. Não existe mais fome, nem presídios, isso em 2035. E continua Melissa Tobias em seu livro (que está nas melhores livrarias): mas como isso é possível? Na sequência de uma de suas páginas, ela diz que em 2020, portanto, neste nosso ano atual, quando a Terceira Realidade terminou de envolver todo o planeta Terra, uma pandemia global matou mais de três milhões de terráqueos. Foi um momento muito caótico que durou dois anos. Foi uma pandemia viral psicossomática que penetrava somente em corpos incompatíveis com a vibração de amor ao próximo. Não havia para onde fugir. O quinto parágrafo desta página do livro é de deixar a gente com mais medo ainda do coronavírus atual e de outros vírus que poderão surgir, como já afirmaram médicos e pesquisadores do assunto. A autora de “A Realidade de Madhu”, Melissa Tobias, diz no livro: “E , depois do caos, veio a ordem. Atualmente, as cidades grandes estão completamente desérticas”. É de fazer pensar, filosofar, orar, rezar e pedir que o Criador não nos abandone.

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O Jin Jin Londrina entrou na campanha para ajudar os profissionais de saúde que estão na linha de frente dos atendimentos a pacientes com coronavírus. A rede de comida asiática doou para o Samu e Hospital Universitário 50 refeições diárias na Sexta-feira Santa, sábado e domingo de Páscoa. Na foto, o empresário Milton Takabayashi, do Jin Jin, com Izilda Fróis (coordenadora de Enfermagem Samu Regional Londrina) e a equipe de profissionais de saúde do órgão durante a entrega da primeira doação. Uma iniciativa que reconhece o dedicado trabalho deles neste momento difícil.

Daniel Azulay viu em

Cascavel o que foi visto

aqui em cima do Igapó

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| Foto: João Cordeiro Junior - Folhapress

O notável artista Daniel Azulay (foto de João Cordeiro Junior/Folhapress), carioca, desenhista, cartunista e professor de artes para a garotada, esteve no Paraná, mais precisamente na cidade de Cascavel, a trabalho, onde observou nos céus dessa bela cidade do Sudoeste um objeto voador colorido, que não fazia barulho algum, e que tinha uma espécie de rabo-corrente de papagaio, tendo inclusive desenhado o que viu e os jornais publicaram. Como se sabe, ele faleceu recentemente no Rio de Janeiro. O que ele viu em Cascavel, a londrinense Uiara Senedese e uma de suas filhas viram o mesmo objeto longo, colorido, e em cima das águas do Lago Igapó. Minha filha Xênia, que havia visitado a amiga Alessandra Spironelli (que hoje é competente médica em Londrina), também viu, pois estava conversando com Uiara e filha, no portão da casa da amiga, quase no final da rua Souza Naves. Um assunto que a ciência brasileira deixou de lado. O que foi aquilo? Até hoje ficamos sem saber ao certo.

Brasil quer o Mundial Feminino de Futebol

A Confederação Brasileira de Futebol parece decidida a convencer a Fifa a realizar aqui no Brasil o Campeonato Mundial Feminino de Futebol de 2023. No próximo ano, a CBF pensa em promover torneio sulamericano para a seleção adulta e também para a seleção feminina juvenil. Hora de Londrina entrar na parada e pedir à CBF que promova algum evento feminino aqui. Quando o ex-prefeito Antonio Belinati trouxe para cá o pré-olímpico de futebol, (as finais) para o Estádio do Café, muita gente duvidou que conseguiria. Hoje, os aficionados do futebol, que viram aquelas seleções, com grandes craques, têm saudades daquele ano, quando o Estádio do Café voltou a receber grandes públicos para ver em ação as seleções do Brasil, Chile, Uruguai, Argentina, Colômbia, Equador e etc. Foi uma festa de vários dias na cidade e o Estádio do Café. Em algumas folga da seleção, Ronaldinho Gaúcho ia tocar pandeiro com em uma banda que animava noites dançantes na cidade.Tempos saudosos para ele também.

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O futebol brasileiro, grade paixão popular, gera 380 mil empregos. Mas poderia criar muito mais (cerca de dois milhões) se fosse melhor organizado. É o que revela estudo da FGV.

Em São Paulo

Os cartórios e tabelionatos da cidade de São Paulo estão trabalhando, atendendo a população, com critérios estabelecidos de combate ao coronavírus, considerados que foram de primeira necessidade. Estão fazendo casamentos, cuidando de escrituras, documentações reconhecidas, firmas por verdadeiros e etc.

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A cidade de Nova Orleans só está atrás da Islândia em número de testes. E 200 mil pessoas vão precisar de comida, de ajuda, pois estão perdendo empregos na rede hoteleira. Foi o que disse a prefeita da cidade LaToya Cantrell, que lamentou não poder promover mais um Mardi Gras.

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Péter Szijjártó, da Hungria, ministro do governo do seu país, disse a Christiane Amanpour, da CNN Internacional, que “ a democracia húngara não está de quarentena”. Não é o que dizem jornais da Europa. Quantos húngaros ou descendentes moram em Londrina e cidades da região não sabemos. A agência do IBGE está fechada, pela quarentena.

Que bicho te mordeu?

Esta frase foi registrada pela primeira vez pelo francês Nicolas Boileau Despreaux, em 1711, em um das histórias que escreveu. O “bicho” era uma mosca, ou mosquito macho. Tinha que ser. Atualmente “que bicho te mordeu” revela a alteração brusca de humor ou de opinião de uma pessoa.

*** Me lembro bem do professor Almo Saturino, mineiro, que lecionava língua portuguesa o Colégio Londrinense. Era um craque na matéria. Certo dia, para melhorar a nota da prova, ele mandou que a classe toda escrevesse sobre este tema. Entre as redações que gostou, estavam as de Fabiano Fidelis Duarte, que foi trabalhar no Pará, de Antonio Savio (da Sorveteria Savio) e do radialista Otássio Pereira da Silva, que se elegeu, anos depois, deputado estadual por Londrina.

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