No dia 27 de fevereiro, no auditório da UniCesumar , a governadoria do Distrito 4710 do Rotary International homenageou os sócios-fundadores dos clubes do distrito, que tem 57 clubes no Norte Pioneiro e Norte Novo com 1.242 associados. As homenagens foram a 94 sócios-fundadores presentes ou in memoriam, em reconhecimento a quem construiu história ao longo de gerações de companheirismo e serviço. Os homenageados receberam um certificado de reconhecimento e um bóton que trazia a imagem dos quatro membros fundadores do Rotary International. A noite também celebrou os 121 anos do Rotary International, comemorados no mundo em 23 de fevereiro. A governadora do Distrito 4710, Irma Alves Braga Mariotti Meneghel Paiva expressou sua gratidão aos sócios-fundadores, dizendo: “Para chegarmos a hoje, tivemos o ontem. Fundar um clube é um ato de liderança e fé. O DNA de cada clube nasceu com vocês. Evoluímos em 121 anos, mas o que não mudou foi a vontade de servir e, enquanto houver esta vontade, o Rotary sempre existirá.”

Irma Meneghel Paiva com um dos homenageados Alberto Rapchan
Irma Meneghel Paiva com um dos homenageados Alberto Rapchan | Foto: Divulgação
Laercio Oliveira, o homenageado Romeu Curi e Romeu Curi Jr.
Laercio Oliveira, o homenageado Romeu Curi e Romeu Curi Jr. | Foto: Divulgação
Antônio Ferreira dos Santos também homenageado com a governadora Irma Meneghel Paiva
Antônio Ferreira dos Santos também homenageado com a governadora Irma Meneghel Paiva | Foto: Divulgação
Omar Taha, Claudia Taha, Monica Wagner e Hans Wagner
Omar Taha, Claudia Taha, Monica Wagner e Hans Wagner | Foto: Divulgação
João Carlos Silva Junior, Armando Meneghel Paiva, a governadora distrital Irma Alves Braga Mariotti Meneghel Paiva, o reverendo Osni Ferreira e Otávio Scandelale
João Carlos Silva Junior, Armando Meneghel Paiva, a governadora distrital Irma Alves Braga Mariotti Meneghel Paiva, o reverendo Osni Ferreira e Otávio Scandelale | Foto: Divulgação

A resposta do Moysés Leônidas

A coluna perguntou “o que o ex-vereador e deputado estadual Moysés Leônidas mais observa em Londrina”?

Ele respondeu: “Observo o seguinte da nossa querida Londrina: ela cresce a despeito dos maus governos. Que a cidade precisa é reestudar a sua real vocação (já fomos a capital mundial do café). Essa ideia vale para todo o Norte do Paraná. A região Central da cidade precisa de um upgrade - porque está agonizando (lixo e matagal). Muitos mendigos nas ruas (um retrato triste). A cidade não construiu novas lideranças como já tivemos no passado — saudades do velho Celso Garcia; João Milanez, Omar Mazzei e tantos outros para não se cometer injustiça, que quando necessário abriam as portas em Brasília na 'pernada'. Na Câmara de Vereadores poucos se destacam, não por culpa deles. O legislativo é uma miscelânea da sociedade que escolhe seus representantes. Prefeito: um jovem em formação - querendo acertar…

Agora, como observei, a cidade cresce apesar de tudo isso; não existe nenhuma região da cidade de todo ruim para se viver, embora não se dispense reparos diários. A UEL entrega muito, porém, um pouco apenas do seu potencial para a população. (Faz falta o vestibular de inverno). Observo, por fim — tal como na poesia do seu hino que …“LONDRINA É UMA CIDADE DE BRAÇOS ABERTOS”. Obrigado, Militão, pela deferência. Londrina caminha para os seus primeiros 100 anos.

Assistir a Algo

Atendendo a solicitação, o professor Dilson Catarino explica: As gramáticas em geral, como as de Celso Cunha, Cegalla, Rocha Lima e Carlos Nougué, além do dicionário de regência verbal de Celso Pedro Luft, dizem que o verbo “assistir”, no sentido de “ver, presenciar”, rege a preposição “a” (Assisti ao filme) e que, se for pronome pessoal o seu complemento, não se admite “lhe, lhes” nem “o, a, os, as. Não se deve dizer, então “Ao filme, assisti-lhe”, tampouco “assisti-lhe. Deve-se usar “a ele, a ela, a eles, a elas”. O adequado, portanto, é “Ao filme, assisti a ele”. Deve-se também evitar o uso da pessoa como complemento de “assistir”. O melhor é usar o que ela faz: Assisti ao seu espetáculo. Assisti à sua apresentação. Assisti à sua aula.

Mural em chácara na Warta

O artista plástico rolandense que faz sucesso na Itália, José Dias Murales, no mês passado esteve em Londrina e aproveitou a oportunidade para fazer uma visita ao prefeito de Rolândia, Ailton Maístro. Na ocasião, fez um lindo trabalho artístico em um mural na chácara de Sandoval Mota de Jesus, localizada nas imediações do Distrito da Warta.

Ontem no Dá Licença

No almoço de ontem no restaurante Dá Licença, o preferido no centro da cidade, encontramos o produtor rural Celso Marconi e sua elegante esposa, um casal sempre atencioso com todos.

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Em outra mesa, a experiente e atuante advogada Dalva Vernillo. Que me contou um fato muito interessante em sua família. Ela nasceu em um dia 5 de maio. O incrível que sua única filha, Viviane Vernillo dos Santos, também nasceu em um dia 5 de maio. Comemoração dupla, portanto.

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Almoçando também no Dá Licença, cumprimentamos o doutor UIisses Mercer, juiz aposentado, que vive em Londrina, sempre elogiado pelos advogados, e que sempre foi companheiro de pescaria, amigão mesmo do saudoso empresário Alberto Pansolin. De quem todos nós temos saudades.

Reunião em Brasília

Imagem ilustrativa da imagem A homenagem aos sócios-fundadores dos clubes do Distrito 4710
| Foto: Divulgação

O presidente do União Brasil de Londrina, André Trindade, esteve em Brasília para se reunir com o senador Sérgio Moro. Na ocasião entregou para Moro solicitações de cidades como Londrina, Cambé, Ibiporã, Guaraci, Lupionópolis e Florestópolis. o senador também disse que fará nova visita a Londrina em abril . Inclusive vai prestigiar a Expo Londrina .

Nutrição em terapia intensiva

Imagem ilustrativa da imagem A homenagem aos sócios-fundadores dos clubes do Distrito 4710
| Foto: Divulgação

Isabela Bottino Longo, recém-formada pela UniFil, iniciou a residência em terapia intensiva na Santa Casa de Londrina e prepara-se para aplicar a experiência em alta complexidade, unir ciência e humanização no atendimento. "A faculdade de Nutrição da UniFil desafia a pensar de forma crítica desde o primeiro ano. O suporte dos professores, as práticas e o incentivo à pesquisa são decisivos para desenvolver a segurança profissional", ressalta. As inscrições do vestibular de 12 de abril estão abertas, com início imediato das aulas em mais de 50 cursos presenciais, semipresenciais e em EaD. Informações pelo whatsapp (43) 3375.7474 ou no Campus Sede à Avenida JK, 1626.

Lobos estão na moda

Sim, prezados leitores e leitoras, os "Lobos" estão na moda. Vejam nessa relação, agora que tentei descrevê-la mais completa.

1 - Lembrem-se do Lobão e do Lobinho da revista Pato Donald.

2 – Depois o Lobo Mau das histórias que se contavam nas escolas e nas famílias. Imaginem o "lobo mau" que engoliu a vovó e um homem a salvou... .

3 - Depois o Lobo Bobo, do samba de bossa-nova, que queria jantar a chapeuzinho de maiô...Acabou preso na coleira dela...

4 – Nos Estados Unidos, surgiu o Lobo de Waall Street, que enganou um milhão de americanos e ficou com um dinheirão deles...

5 – No Brasil, não poderia ser diferente. O Lobo daqui, apelidado de Lobo da Faria Lima, maior e mais ousado, torrou milhões, quebrou o banco que havia comprado com o chamado dinheiro podre...e está preso.

6 - Parece que o mundo não está pra Lobo muito esperto!

PS – Esperta foi a modelo russa, que declarou aos jornais que nunca foi amiga de Vorcaro. Nem jantou com ele.

Quando Juca aqui esteve

Na Redação da Folha, durante visita, o cantor e compositor Juca Chaves sentiu-se em casa, pois foi jornalista da Última Hora, em São Paulo. Naquele tarde do faz-tempo afinou e autografou o violão de Walmor Macarini.

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À noite, no auditório da Rádio Londrina, casa lotada para o seu show. Juca Chaves cantava: "Simonal estava certo na razão do Patropi; por isso eu vou me embora com Didi, e vamos já pró Piauí..."

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No dia seguinte, à tarde, Juca, de violão nas costas, acompanhado de um trio famoso de rapazes daqui, hoje a maioria quase avôs, conhecedores da área, foi visitar as Boates da Boemia, na Vila Matos, ponto turístico masculino da "city".

Juca Chaves morreu na Bahia, onde morava com sua loira e bonita esposa Iara, por quem era apaixonado.

PS - Quando Juca foi se apresentar em Tóquio, e estava parado em frente a uma vitrine, passavam duas "japonezinhas", contou-nos ele, e uma disse para a outra: "Nossa, quem é aquele loiro ALTO ali parado..."

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A opinião do colunista não é, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina

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