Subsídio no transporte coletivo


EQUIPE DA FOLHA
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Usuários do transporte coletivo das regiões metropolitanas de Londrina, Maringá e Cascavel podem receber subsídio do governo do Estado. A proposta de criação de um “voucher” para pagamento da tarifa será analisada por técnicos e representantes das empresas, para ser transformado em projeto de lei a ser enviado para a Assembleia Legislativa. A proposição de subsidiar a população de baixa renda foi definida em reunião nessa quarta (19) no Palácio Iguaçu, em Curitiba, com a presença do chefe da Casa Civil, Guto Silva (PSD), deputados estaduais Tercilio Turini (CDN), Cobra Repórter (PSD), Tiago Amaral (PSB) e Gugu Bueno (PL). Também participaram representantes do DER, diretores das empresas TIL (Londrina) e Cidade Verde (Maringá), além do dirigente da Coordenadoria da Região Metropolitana de Curitiba, Gilson Santos.


Lei sobre educação é sancionada por Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro sancionou com seis vetos a MP 934/2020, que estabelece a flexibilização dos dias letivos e o adiantamento de formatura para estudantes de áreas da saúde que estão na linha de frente do combate ao novo coronavírus. Entre outros pontos, a lei determina que estabelecimentos de ensino deverão observar as diretrizes nacionais do Conselho Nacional de Educação, da Base Nacional Comum Curricular e as normas editadas pelos respectivos sistemas de ensino. Na educação infantil, mínimo de dias letivos e cumprimento da carga horária serão flexibilizados. As atividades dessa etapa deverão seguir os objetivos de aprendizagem e as orientações pediátricas quanto ao uso de tecnologias de informação e comunicação. A MP foi relatada pela deputada federal Luísa Canziani (PTB-PR) e aprovada pelo Congresso Nacional sem alteração. 




E o Inquérito sore Aécio Neves?

O paradeiro de arquivos de mídia anexados a uma delação premiada virou o principal entrave para o depoimento do deputado e ex-governador Aécio Neves (PSDB-MG) em inquérito que apura suspeitas de superfaturamento na construção da Cidade Administrativa, sede do governo mineiro. Embora haja um documento segundo o qual esses arquivos foram juntados ao processo, a Polícia Federal, o Ministério Público de Minas Gerais e a Justiça do estado afirmam que eles não constam no inquérito. As mídias em questão são referentes à delação de Marcelo Dias, da Santa Bárbara Engenharia, empreiteira que participou da obra. A ausência dessas mídias na vara de inquéritos de Belo Horizonte, onde tramita a apuração, foi um dos motivos para a defesa do tucano, liderada pelo advogado Alberto Zacharias Toron, acionar o STF (Supremo Tribunal Federal) para ter acesso a toda a documentação referente às investigações.

 








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