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Rafael Morientes: DNA e vocação para o jornalismo e os esportes

A conexão era São Paulo-Londrina. Na área de embarque, no Aeroporto Internacional de São Paulo, o jornalista Rafael Morientes. A coluna não hesitou: atualizou o papo e fez uma entrevista com ele. Talento pé-vermelho, Morientes, que reside na capital paulista, faz, pelo Prime Video, o que sempre sonhou: trabalhar com transmissões esportivas em nível nacional. “Hoje, sou um dos repórteres do time Prime, cobrindo a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. Viajo para os jogos, produzo conteúdo para redes sociais e para o streaming. É uma correria boa, que me motiva e me faz crescer a cada semana”, revela à FOLHA. Veja mais, a seguir.

Há quanto tempo atua como jornalista?

Me formei em 2014, mas minha história com o jornalismo começou antes mesmo da faculdade. Sempre digo que tive anjos no caminho. Comecei na Rádio Londrina com Antônio Marcos e Mauro Segura. Depois, fui apresentado à televisão pelo Altair Andrade, o “Cebola”, que me levou à CNT. Lá, comentei programas esportivos e fiz minhas primeiras reportagens. Como diz o ditado: fui com medo mesmo.

Momentos recentes mais marcantes da carreira?

Difícil escolher. Cobrir uma Copa do Mundo foi surreal — especialmente para um menino de Londrina. A CazéTV confiou em mim, e acredito que entregamos uma cobertura excelente. Mas também não posso deixar de citar as finais da Copa do Brasil pelo Prime Video. Estar no Maracanã, com o microfone da Amazon, foi algo que marcou minha trajetória pra sempre. Foram duas finais inesquecíveis, cada uma com sua emoção.

Como é sua relação com Londrina hoje?

Londrina nunca vai sair do meu coração. Minha família está toda lá — minha mãe, minha sobrinha, que sempre aparece nas minhas redes sociais — além de um patrocinador local com quem mantenho uma parceria constante. Pelo menos uma vez por mês estou na cidade, gravando campanhas e aproveitando para recarregar as energias. É sempre bom unir o útil ao agradável.

Planos e projetos? O que vem por aí?

Acredito que Deus tem planos para a gente que muitas vezes nem conseguimos imaginar. Meu foco é manter a saúde, seguir com ética e convicção, sem passar por cima de ninguém. Quando a gente planta o bem, a colheita vem. Levo isso comigo desde cedo, dos ensinamentos da dona Inês e do seu Sido. Tenho muita fé de que coisas boas estão por vir.

BATE-BOLA

Um sonho realizado...

“Profissionalmente, estar em São Paulo trabalhando com transmissões especiais numa empresa do porte da Amazon, ao lado de um elenco que eu admirava à distância. É um sonho que me emociona toda vez que paro para pensar.”

Um sonho a realizar...

“Cobrir mais uma Copa do Mundo. Acho que esse é o ápice para qualquer atleta, técnico e — claro — jornalista. A Copa é o chantilly do futebol. E eu não quero parar na primeira.”

Melhor jogador brasileiro em atividade...

“É o Neymar. Para o Brasil voltar a conquistar uma Copa, é preciso jogar em função dele. Ele é diferente. Não temos hoje ninguém com a mesma capacidade técnica e criativa.”

Time brasileiro com maior potencial para conquistas em 2025...

“O Flamengo. Tem o melhor técnico do país, um elenco fortíssimo, estrutura, paga em dia e uma torcida apaixonada. É um clube pronto para continuar vencendo.”

Seleção Brasileira: visão e futuro

“A Seleção vive um momento complicado, com questões que vão além das quatro linhas. Falta organização na base da entidade. Vinícius Júnior não encaixou, Rodrygo precisa amadurecer mais. Com um comando sólido, tudo pode mudar”

Julho chega...

E nesta terça, 1º de julho, os “parabéns” são em torno dos aniversariantes Alzira Scholze, Heloisa Cardoso, Matheus Fiumari, Renata Caram Lopes e Thiago Dalaqua Padeigis.

Com a palavra, Dr. Emílio

Referência internacional em envelhecimento saudável, o médico geriatra Dr. Emílio Moriguchi ministra a palestra "Envelhecer com Dignidade: Desafios e Oportunidades para a Saúde Integral do Idoso", na sexta-feira, 4 de julho, a partir das 8h30, no Auditório Dom Albano da PUCPR Câmpus Londrina.

‘Mas em casa ele não é assim’

Em escolas da região, a frase que os professores mais ouvem dos pais é quase um meme: “Mas em casa o fulano (a) não é assim”, dizem muitos sobre seus filhos...

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