A arte de eternizar a emoção
A artista plástica Marina Simoni Marques se tornou referência em pinturas ao vivo em casamentos
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sábado, 29 de agosto de 2026
A artista plástica Marina Simoni Marques se tornou referência em pinturas ao vivo em casamentos

Conheço Marina Simoni Marques desde que ela era adolescente. Participávamos do mesmo grupo da Igreja. Depois, passei a acompanhá-la profissionalmente lendo as páginas que hoje assino, aqui na Folha de Londrina. Qual não foi minha surpresa, alegria e honra em reencontrá-la anos mais tarde como colega do setor de eventos. Eu, como celebrante de casamentos. E ela como artista plástica pintando ao vivo a cena de um casal na celebração. Formada em ballet clássico, economia e engenharia de produção, hoje ela é artista plástica e empreendedora, das mais requisitadas. E bateu um papo super gostoso com a coluna. Confira os principais trechos.
Quando e como você se transformou numa referência em pinturas ao vivo em casamentos?
A primeira pintura ao vivo que fiz viralizou nas redes sociais. Quatro anos atrás era uma novidade no Brasil, as pessoas nunca tinham tido contato com essa arte em casamento e eu, a partir daí, virei referência. Com o tempo e agenda lotada, aperfeiçoei minha técnica, ganhei muito destaque e a carreira deslanchou.
De que maneira suas referências “pé-vermelhas” contribuíram para sua sensibilidade em retratar os casais?
Nasci e cresci em Londrina. Tive contato com o ballet muito nova, na escola onde eu estudava, e minha sensibilidade foi sendo moldada a partir de movimentos e música clássica. Quando me interessei pelas artes plásticas, conversei com o renomado artista londrinense José Gonçalves, e ele me deu muito apoio para seguir a carreira.
Qual a maior emoção em trabalhar em pinturas ao vivo em casamentos?
Quando os noivos se emocionam ao ver a pintura é uma sensação indescritível. Eu quase choro junto. Minha missão é levar alegria e leveza para as pessoas. Sempre servir e dar o meu melhor.

E o que você faz quando precisa desconectar, recarregar as energias e até se inspirar?
Com o passado de bailarina, sou muito ligada ao corpo. Estar em movimento me acalma e me inspira. Gosto de longas caminhadas e estar em contato com a natureza.






