No dia 18 de setembro de 2013, o então presidente da Fundação de Esportes de Londrina, Ângelo Deliberador, viajou para Brasília levando 11 projetos esportivos que seriam apresentados ao Ministério dos Esportes, num total de R$ 32 milhões. Acompanhado do então Secretário de Esporte do Paraná, Evandro Rogério Roman , ele teria um encontro no dia seguinte com o Secretário Nacional do Ministério do Esporte, Ricardo Gomyde. Os projetos já estavam protocolados no Siconv, o portal de convênios do ministério.

Finalidade

Os recursos seriam utilizados nas reformas do Estádio do Café, VGD, Moringão e autódromo, além de construção de uma pista de atletismo, e reformas de 56 quadras e campos na área urbana e distritos. Como era véspera de Copa do Mundo no Brasil, o governo federal iria abrir os cofres e a ordem era atender pedidos de todo o Brasil. Cascavel e Maringá conseguiram. Londrina ficou chupando o dedo. Faltou o quê? Empenho dos deputados federais da época? Pelo que se sabe, Londrina não recebeu nenhum tipo de recurso. Não foi falta de projetos. A Folha Esporte do dia 18 de setembro de 2013 circulou com a seguinte manchete:” Deliberador busca recursos federais”. Quem explica?

Mais quatro

Depois do jogo desta terça-feira (6) à noite, em Belo Horizonte, contra o América, teremos mais quatro partidas pelo primeiro turno. O Londrina enfrentará, em casa, Criciúma e São Bento. E fora, Botafogo e Guarani.

As possibilidades

Antes do jogo contra o América (fechei a coluna antes), o site Chance de Gol dava ao Londrina 54,7% de probabilidade de acesso à Série A. A Universidade Federal de Minas Gerais, 57%.

Coxa lidera

Dos dez maiores públicos da Série B, sete pertencem ao Coritiba e três ao Sport. Menores, cinco do Oeste e dois do América. O Londrina teve o melhor público pagante contra a Ponte Preta com 7.883. Menor, contra o Paraná Clube, 4.288.

Túnel do tempo

Dia 19 de fevereiro de 1995, Londrina e Matsubara jogaram pela primeira vez. O time de Cambará venceu por 2 a 1, gols de Edmilson e Assis, descontando Vanderley para o LEC. Pagantes, 9.495. LEC jogou com Júlio César, Jackson, João Neves, Vanderley e Jorge Luiz; Alexandre, Luciano Araújo, Tião (Fabinho) e Everton Luiz. Alaor (César) e Serginho Brasilia. Neto, ex-Corinthians, hoje comentarista, foi o camisa 10 do Matsubara.

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