FIORI LUIZ
MELHOR, IGUAL OU PIOR?
Todo debate é salutar. Pontos divergentes fazem parte da regra. Torcedores já começam a viver mais de perto o Brasileiro da Série B. Afinal, faltam apenas oito dias para o primeiro dos 38 jogos do Tubarão. E de cara, aquele que é antecipadamente apontado como o favorito ao título: Internacional, que domingo decide o título do Campeonato Gaúcho contra o Novo Hamburgo. Com os seis reforços anunciados, cinco dos quais já treinando (Jardel só chega na próxima semana), nas rodinhas onde corre solto o papo sobre futebol, alguns se mostram otimistas, outros vão aguardar os primeiros jogos. Há questionamentos sobre a falta de um jogador de nome, daqueles que arrastam publico ao estádio. Mas esses custam mais de R$ 100 mil/mês. Fora da realidade do Londrina.
QUEM DEVE ESTREAR
Alguns dois novos contratados devem jogar contra o Internacional. O goleiro Zé Carlos, o volante Jardel, os meias-atacantes, Arthur e Elton, e o Carlos Henrique, centroavante. Patrick Vieira, que teve boa passagem pelo Palmeiras, começou a treinar com bola e ainda é dúvida. Quem está fora da estreia é o volante Germano. Brandão também não deve se recuperar. Silvio e Luizão ficarão à disposição.
MAIS UMA TAÇA?
O Londrina já foi campeão do interior três vezes: 2013, 2015 e 2016. E domingo pode conquistar o tetra. Depois de golear o Cianorte por 4 a 1, o time pode perder até por dois gols de diferença. Se o Cianorte vencer por 3 gols, pênaltis. Mas, que ninguém se iluda: a partida vai ser difícil. Afinal, o Cianorte terminou em terceiro lugar o campeonato e tem bons jogadores.
QUASE TRÊS TIMES
Contando com os que jogaram contra o Cianorte, o técnico Claudio Tencati já utilizou até aqui no Estadual, 31 jogadores. Muitos revelados na base, como Alan, César, Marcondes, Matheus, Bidía, Marcinho, Robinho, Júlio Pacato, Wellisson, Lucas Ramon, Rômulo e Uelber.
NÃO FOI FALTA DE AVISO
Na página de Esportes, ontem, o jornalista Lúcio Flávio, destacou a vinda de representantes da CBF que vistoriaram o Estádio do Café. E não gostaram do que viram. Criticaram a condição do gramado, que tem muito desnível. Desde que foi trocado, muitas cobranças pela falta de manutenção e pela falta de uma máquina especial para cortar a grama. Do jeito que vai, será preciso trocar de novo o gramado em pouco tempo. Cuidar do jardim de uma casa é uma coisa, o gramado do Café é outra. Não é lugar para amadores. E não é culpa apenas da atual diretoria da Fundação de Esportes. Vem da outra administração. Passou da hora de entregar o estádio para uma empresa privada. Definitivamente, a Fundação não tem condições financeiras para cuidar do patrimônio.





