FIORI LUIZ
SEGUNDO ESCALÃO
Os nossos principais jogadores atuam hoje na Europa e na Ásia. No Brasil, restavam alguns poucos com talento. E isso tem influência direta no nível técnico dos nossos campeonatos. Destaco aqui, trechos de um comentário do competente e experiente jornalista, Ugo Giorgetti. "Hoje é difícil distinguir quem é o time médio e quem é o grande". "Não temos mais grandes jogadores, nem sequer bons jogadores". "É impressionante a semelhança entre grandes e pequenos que hoje existe no futebol brasileiro". "Corre-se como nunca, luta-se muito, e erra-se demais. Ninguém é superior a ninguém".
VEM PUNIÇÃO?
O STJD ainda não marcou a data para o julgamento do Londrina. É o caso das bombas na arquibancada do Estádio do Café no jogo contra o Goiás. Como é reincidente, pode ser punido com multa. Não acredito em perda de mando.
ESTÃO MAL
Os times da nossa região que disputam competições da Federação Paranaense de Futebol, precisam reagir. Na Taça FPF Sub-23, que vale vaga na Série D do Brasileiro, a Portuguesa Londrinense e o Apucarana Sports, somam apenas 3 pontos. Na Terceira Divisão, o Júnior Team é o lanterna.
PERIGO À VISTA
Fechei a coluna antes do jogo do Londrina em Recife. Mas a minha preocupação é com a partida de sábado, no Estádio do Café. Adversário? O Joinville. Qual a posição na tabela? Zona de rebaixamento. O Tubarão é campeão em recuperar times que estão à beira da cova.
QUASE LÁ
Faltando ainda 16 rodadas, já dá para apontar o Vasco da Gama como dono de uma das vagas para a Série A. Atlético Goianiense e Ceará, com grandes chances. A quarta e última vaga, hoje, estaria sendo disputada por CRB, Brasil, Bahia, Náutico, Londrina e Criciúma. No caso do LEC, mesmo estando a 10 pontos da zona de degola, sempre é bom não facilitar. Três tropeços seguidos podem mudar a posição na tabela.





