FIORI LUIZ
Truco, seis!!
Perde ou reverte? Mesmo sem entrar em campo, o Tubarão pode sofrer uma goleada esta noite no Tribunal de Justiça Desportiva. É o caso Germano, que não poderia ter jogado contra o PSTC na primeira rodada. O Londrina será defendido por uma dupla das mais experientes na área: Domingos Moro e Osvaldo Sestário. Uma missão extremamente difícil. Porém, sempre há alguma brecha. Caso perca os seis pontos, o LEC ficaria com quatro, em sexto lugar. E terá pela frente, partidas complicadas, como Rio Branco, Foz, Operário e Maringá, fora. E Paraná Clube, Atlético e J.Malucelli, em casa. Se não conseguir reverter no TJD, o caso irá para o STJD. Estou com leve pressentimento que o Londrina não perde os pontos. É só uma impressão.
Reage, Fantasma!!
O que há com o campeão? Quatro rodadas e apenas um ponto? Certo que a tabela não foi favorável nas primeiras rodadas: Atlético, Paraná e Maringá, em Ponta Grossa, e J. Malucelli, fora. E no final de semana, pega o Coritiba, no Couto Pereira. Mesmo assim, era de esperar mais do Operário. Afinal, foi campeão em cima do Coxa, marcando cinco gols nos dois jogos.
Capacidade reduzida
A Polícia Militar quer liberar o VGD para apenas cinco mil torcedores, na partida contra o Paraná Clube, dia 24. A diretoria do Londrina, que banca as reformas, tenta aumentar para 9,5 mil. Acredito no bom senso, quem sabe, oito mil. Depois do jogo com o Paraná, tem Atlético. O recorde de público foi em 1976, Londrina x Atlético, com 17 mil pagantes. Mas hoje a realidade é outra.
Quem foi?
Os mais novos certamente não sabem que VGD quer dizer Vitorino Gonçalves Dias. Um professor de educação física, do Colégio Londrinense. Segundo o livro do J. Mateus, ele organizou os maiores eventos esportivos da época. Formou equipes de basquete e atletismo. Morreu no dia 10 de agosto de 1954, aos 34 anos. Foi mordido pelo próprio cão, um policial de apenas dois meses de idade.
Respeitem o rádio
Tudo bem que a televisão comprou os direitos do Campeonato Paranaense. Mas não é preciso tratar os repórteres de rádio como se fossem inimigos. Ficam cada vez mais isolados, tudo é proibido. É bom lembrar que tem emissoras de rádio com três horas diárias de programas esportivos. Ainda quem leva público aos estádios é o velho e insubstituível rádio. E mais: a Federação se preocupa até com mascote de time, no caso o do Londrina. Futebol é festa, sr. Hélio Cury. Aprendam com a Federação Paulista. A ACEP também tem culpa. A Associação dos Cronistas Esportivos do Paraná, através da presidência, precisa se impor.





