FIORI LUIZ
Sempre aos domingos
Dos 11 jogos que o Londrina disputará na primeira fase do Campeonato Paranaense, oito serão aos domingos e apenas três no meio de semana: Londrina x Toledo (3/2), quarta-feira, 20h, em Arapongas; Coritiba x Londrina (11/2), quinta-feira, 19h30, no Couto Pereira; e Londrina x Paraná Clube (24/2), quarta-feira, 22h, em Arapongas.
Não será fácil
Ao contrário, o Estadual que começa amanhã, terá Coritiba e Atlético com os times principais. Nada de Sub-23. E na Primeira Liga, os dois começaram bem. O Rubro-negro venceu o Fluminense e o Coritiba empatou, no Beira Rio, com o Inter. Londrina e Operário sabem que as dificuldades serão muito maiores do que em 2014 e 2015, quando eles conquistaram o título. Afinal, a única chance da dupla Atletiba ganhar algum troféu é no Estadual. E eles querem impedir a terceira vitória seguida do interior.
Novo reforço
Como o goleiro Vitor vai mesmo parar com o futebol em maio, o Londrina já pensa no substituto, principalmente para a Série B do Brasileiro. E o nome é Tiago, paranaense de Rio Azul, 22 anos, quarto goleiro do Grêmio(RS). Mas, ele já foi muito elogiado, inclusive pelo ex-goleiro Taffarel que, em junho do ano passado, disse: "O Tiago é o futuro do Grêmio e da seleção brasileira".
Vai jogar em casa
O Estádio Ubirajara Medeiros, em Cornélio Procópio, passa por reformas. A Federação exige uma série de obras, que já estão sendo finalizadas, segundo a Assessoria de Imprensa do PSTC Procopense. Foram colocadas catracas, bilheteria e lanchonete para público visitante, acessos independentes para jogadores locais e visitantes e uma Central de Comando e Triagem para a Polícia Militar. Como o PSTC jogará as duas primeiras partidas fora de casa - Londrina e Cascavel -, a partida contra o Toledo, dia 10 de fevereiro deverá ser em Cornélio.
Rapidinhas
Cada gol do Alexandre Pato no Corinthians custou R$ 3,6 milhões. Nos 57 jogos, marcou 17 gols. O jogador, agora no Chelsea, custou ao Timão: R$ 71 milhões.
Alguns jornalistas dos grandes centros, continuam com a tese absurda de que os campeonatos estaduais deveriam acabar.
São eles que revelam os craques para os principais clubes brasileiros. E mais: 70% dos nossos jogadores profissionais dependem dos regionais, mesmo que tenham três, quatro meses de trabalho por ano.
E a tal Primeira Liga ? A CBF não reconhece, o STJD não vai julgar os casos de indisciplina. Começou mal. Por culpa dos clubes que não se unem.
Queremos sim, uma Liga. Forte, independente, planejada. Para deixar a CBF cuidando só da seleção. Mas do jeito que começou, não vai longe.





