FIORI LUIZ
Quem foi quem
Dos 25 jogadores utilizados pelo técnico Claudio Tencati nas 12 partidas da Série D, três jogaram todas: Vitor, Lucas Ramon e Dirceu. Celsinho e Anderson (11 cada), Sílvio (10), Bidía, Bruno Batata e Allan Vieira (9 jogos cada), Léo Maringá e Rone Dias (8), Paulinho e Madison (7), Diogo Roque (6), Diego Prates, Leonardo e Joel (5 jogos cada), Alexandre Oliveira, Hiago, Mateus, Marcondes, Davi Ceará e Guilherme Amorim participaram de 3 jogos, Robinho e Cristovam (1 jogo).
Time B
Entre os emprestados e aqueles que não foram aproveitados, mas que têm vínculo com o Londrina, daria este time: Álan, Maicon Silva, Alysson, Gilvan e Jardiel; Germano, Murilo, Lucas e André Mensalão; Arthur e Wéverton (Neílson). Na reserva, Guga, Lindóia, Paraibinha e Quirino.
BA$E dá lucro
A nova safra revelada pelo Londrina é das melhores. A SM Sports esfrega as mãos com a possibilidade de bons negócios. Mas, segundo Sérgio Malucelli, apenas dois devem sair. Quase todos já foram testados no time principal nas partidas da Série D: Lucas Ramon, Anderson, Marcondes e Bidía, o quarteto que vale ouro, segundo o gestor. Tem ainda Robinho e Quirino (este, vai disputar posição na equipe principal no Estadual 2015).
Fica, Tencati!!
Até o gestor admite a saída de Claudio Tencati. Foram quatro anos e muitas conquistas. Sonhar com um time da Série A não é proibido. Mas não dá para trocar o certo pelo duvidoso. No Londrina, ele tem uma ótima estrutura. E tem mais: a meta ano que vem é subir para a Série B. Então, fica Tencati!!
Rapidinhas
Naquele time dos emprestados que relacionei acima, esqueci de destacar que a relação foi feita pelo repórter Tatinha, da Rádio Paiquerê.
Campeão Estadual e vaga garantida na Série C. Calendário cheio em 2015. É hora de aproveitar a maré e incrementar a campanha Sócio-Torcedor.
Parabéns à Torcida Falange Azul. Em todos os momentos esteve ao lado do Tubarão. No estádio do Café, sempre aquele festa.
Nos jogos fora, mesmo os mais distantes, sempre tinha gente para estender a faixa e sacudir a bandeira.
Foi assim em Macapá, Saquarema, Blumenau, Pelotas, Penápolis e Anápolis. Além dos jogos pela Copa do Brasil, em Criciúma, Barueri e Santos.
Sem falar do título estadual conquistado em Maringá, quando a Falange liderou o grito de guerra, sufocando a torcida maringaense.
E o estádio do Café? Continua com a prefeitura ou passa para a iniciativa privada?





