Hora de mudar
Recebi correspondência do José Jurandir Barrozo, que era vice-presidente geral quando o Londrina foi campeão estadual em 1992. Atualmente, é do Conselho de Representantes. Vale a pena destacar alguns trechos:

O problema no Brasil é estrutural. Mano Menezes disse uma verdade. A CBF precisa investir em cursos para formação de treinadores.

Hoje, as categorias de base são dirigidas por ex-jogadores que recebem uma ninharia, nunca receberam qualquer treinamento ou orientação. Técnicos de infantis, juvenis e juniores, ganham muito pouco.

Após o advento da Lei Pelé - que foi excelente para os grandes jogadores, mas péssima para o futebol brasileiro. Os clubes deixaram de investir em infantis e juvenis, que é o período que o menino recebe a formação fundamental, os fundamentos do futebol.
Os clubes não investem, pois até os 16 anos qualquer empresário leva o atleta embora, pois só pode fazer contrato quando completa os 16 anos. Não existe mais campeonato da categoria dente de leite.
Se conseguirmos mudar a forma como estão sendo administradas as categorias de base e, principalmente a Lei Pelé, já estaremos dando um grande passo para a redenção do nosso futebol.

Baderna
O Colorado desistiu de disputar a Divisão de Acesso. Ficaram nove times. O Apucarana Sports folga na primeira rodada. O Estadual Sub-20 também está encrencado. O Coritiba, que não participou do Arbitral, quer disputar. O Grupo B, tem Londrina, Portuguesa Londrinense e Cincão.

LEC folga
A Série D do Brasileiro começa domingo, com Metropolitano x Boavista. Aléssio, auxiliar do técnico Cláudio Tencati, estará em Blumenau (SC) como olheiro. O outro jogo, Pelotas x Penapolense. O LEC só joga dia 27, no Café, contra o Metropolitano.

Corre risco
Se a CBF não mudar radicalmente a maneira de comandar a seleção, corremos o risco de não ir à Rússia em 2018. Ano que vem começas as Eliminatórias. E vamos enfrentar Paraguai, Uruguai, Chile, Colômbia, Argentina, etc.

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