Só resta torcer
A coluna foi fechada antes do jogo do Londrina em Criciúma. Falar o quê? Que o Criciúma teria sete mudanças em relação ao jogo de ida? Que está montando o time para estrear no Brasileirão contra o Palmeiras? Que tem Fábio Ferreira, ex-Corinthians e ex-Botafogo? Que tem João Vitor, ex-Palmeiras? Paulo Baier? Serginho? E que o Londrina jogaria com a vantagem obtida no estádio do Café? Poderia perder por 1 a 0, por 2 a 1, por 3 a 1, 4 a 2? Decisão nos pênaltis? Não é improvável. Era só o time catarinense vencer por 2 a 0. Penso comigo: será que o Tencati iria mesmo poupar uns três ou quatro? Ou iria surpreender e entrar com o time principal? Pressão não faltava. Do time e da torcida. O Criciúma está fora da decisão do campeonato catarinense. E o técnico Caio Jr sabe que se não ganhasse, vai para a rua. Então restava torcer. Espero a estas alturas, estar falando do próximo adversário na Copa do Brasil, o Grêmio Barueri. Ou não?

Novo desafio
Para quem queria calendário, um prato cheio. Ontem, Copa do Brasil. Domingo, decisão do Estadual. Afinal, o Maringá é favorito? Digamos que, em função do empate no jogo de ida (2x2) e jogar ao lado da torcida, tenha 51% de chances contra 49% do Londrina. O LEC volta hoje de Santa Catarina (como estará o astral do time?). Convenhamos, essa maratona é bem melhor do que se estivesse disputando o titulo do interior com o Prudentópolis. Certo?

Empatados
Londrina e Maringá já conquistaram três vezes o Estadual. Nos bons tempos do Grêmio, conquistas em 1963, 1964 e 1977. E três vezes vice. O Londrina faturou em 1962, 1981 e 1992. O ex-Grêmio de Esportes Maringá teve dois artilheiros: Paquito, em 1976, com 25 gols, e Itamar, em 1977, com 14 gols. Já, o Londrina teve: Everton, em 1980, 20 gols; Carlos Henrique e Paulinho, em 1981, 13 gols cada; Claudio José, em 1986, 15; Adalberto, em 1987, 13 gols, e Alaor, em 1994, com 21 gols.

Salve o interior!!
Durante sete anos, a decisão do campeonato ficou entre Coritiba e Atlético. Este ano, com a mudança de regulamento, e com o mata-mata, deu Londrina e Maringá. À exemplo do que aconteceu em 1992, quando Londrina e União eliminaram Atlético e Paraná Clube. E em 2007, quando o Paranavaí foi campeão. Aliás, esse sistema fez estrago no Paulistão, eliminando São Paulo e Palmeiras. E o Santos que se cuide.

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