FIORI LUIZ
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Fiori Luiz<br>[email protected] 
Terra de craques 1
Londrina sempre esteve presente nas seleções principal e de base da CBF. Com Rafinha e Fernandinho, já são sete os que vestiram a camisa principal da seleção. Começou com Ado, tricampeão mundial, depois Marinho, Élber, Kléberson e Jadson. E nunca é demais lembrar que três deles começaram no PSTC, de onde foram para o Atlético Paranaense: Kléberson, Fernandinho e Jadson.
Terra de craques 2
Nos bons tempos do futebol londrinense, principalmente com Iran Campos e Dorival Pagani, mais de 20 jogadores do LEC foram convocados para as seleções da CBF: juvenil, juniores e de novos. Entre eles, Márcio Alcântara, Éverton, Zé Roberto, Fábio Nascimento, Alexandre Bianchi, Luis Gustavo, Edson Vieira, Souza, Alemão, Jair, Richard, Fabinho, Pérsio, Frademir e outros que minha memória me trai.
Rafinha
Quando jogava no Juventude, time londrinense de garotos, era o Malinha. O falecido Lourival Cruz, um dos maiores incentivadores do esporte amador que Londrina teve, deu muita força ao hoje lateral da seleção. Rafinha jogou futebol de salão no time do Grêmio. E uma passagem fundamental para o aprimoramento, no Junior Team.
Fernandinho
Se o Felipão se basear apenas pelo lado técnico, esse garoto do Manchester City tem lugar assegurado entre aqueles que irão disputar o Mundial. Ele é melhor do que uns três ali do meio campo. Lembro de uma passagem com o saudoso Aliomar Mansano, o Ticão, à época funcionário do PSTC. Fomos, eu e o Benê Costa, gravar uma entrevista com o Kléberson para uma Mesa Redonda. Quando passou por nós, um dos inúmeros talentos lá revelados, Ticão apontou e disse: aquele ali vai ser mais jogador do que o Kléberson. Era o Fernandinho.
Projeção
O técnico Cláudio Tencati fala em mais 10 pontos dos 18 que o Londrina disputará. Com 17, segundo ele, o time estará no mata-mata. Será que entre os quatro primeiros? Esses, terão a vantagem do segundo jogo em casa. Pelas minhas contas (normalmente tenho mais erros do que acertos), acho que com 19 ou 20 pontos, dá para ficar entre o quarteto da ponta. Portanto, é bom pensar em mais 12 pontos, no mínimo, isto é, quatro vitórias nos seis jogos. Se até aqui,
o Londrina só pegou moleza, a partir de domingo o bicho vai pegar.
Escalação pouco importa
O LEC não tem ninguém que desequilibra. Com Zezinho ou Huguinho, Pedrinho ou Manezinho, tanto faz. O que falta é garra, respeito a essa camisa alviceleste (hoje nem tão alviceleste assim). Aliás, descaracterizaram as cores do clube. Se o futebol é terceirizado, o time tem suas tradições. A torcida quer a volta da camisa listrada, original. Com a palavra o Felipe Prochet, presidente, e o Conselho.


