Acabou a moleza
O Metropolitano vem aí. Será o segundo adversário do Londrina na Série D do Brasileiro. Jogo dia 7, no Estádio do Café. Lá em Blumenau eles chamam de Metrô. Por sinal, é líder do Grupo A8 com 4 pontos, em dois jogos (venceu o Botafogo, fora, e empatou com o Lajeadense). O LEC terá duas semanas de muito trabalho. Amistosos? Está difícil trazer um grande time. O Grêmio (RS) não vem mais. Malucelli tentou Palmeiras e Corinthians. E, ontem, falou com Mano Menezes, novo técnico do Flamengo, vendo a possibilidade de um jogo no Café, dia 26 ou dia 30. Para quem não sabe, Mano foi treinador do Iraty. E foi demitido. Como vivemos esse clima de Copa das Confederações, trazer uma grande equipe sempre é um risco de pouco público. Enfim, o que não pode é apenas treinar com as equipes da base. O jeito é marcar jogos-treinos com Metropolitano, Cincão, Roma.

Segundona
Faltam três rodadas para o encerramento da primeira fase da Divisão de Acesso do Paraná. Dos dez times, seis se classificam. Hoje estariam classificados Metropolitano (14 pontos), Cincão (11), Prudentópolis e Francisco Beltrão (10), PSTC e Junior Team (9). Colorado, com seis, Foz e Roma com quatro, ainda têm esperanças. Já, o Grêmio Maringá, soma apenas um ponto em seis rodadas.

Eleição
Provavelmente, dia 15 de novembro, os sócios do Londrina irão às urnas para escolha do novo presidente do clube ou a manutenção do atual. Cláudio Canuto tem dito que não quer concorrer à reeleição. Entendo que é preciso convencê-lo a disputar, sim. Claudinho é peça fundamental, principalmente na parte operacional em dias de jogos. Com todo o respeito aos prováveis candidatos, mas LEC e SM não podem abrir mão do Canuto. É uma dobradinha perfeita. Aliás, tem parceiro importante do Londrina que tem simpatia pela continuidade dele.

RAPIDINHAS
Que golaço do garoto Paraíba no empate da Junior Team contra o Metropolitano (1 a 1), em Sertanópolis. Ele é da base do Londrina e está emprestado.

Parece handebol, mas não é: Londrina 15 x 0 Grêmio Maringá. Foi sábado, pelo Estadual Sub-20.

O Tubarãozinho, nos sete jogos da primeira fase, somou 21 pontos, 7 vitórias, marcou 42 gols e sofreu apenas 4. Joel e Quirino, os artilheiros.

O dia de ontem marcou o segundo título mundial do Brasil. Foi no dia 17 de junho de 1962, no Chile. A nossa seleção venceu a Thecoslováquia por 3 a 1, gols de Amarildo, Zito e Vavá.

Por determinação da Fifa, já não temos mais aquela alegria nos estádios. Proibiram as bandeiras, as charangas com as marchinhas. Proibiram até o palavrão.

Futebol virou uma coisa sem alma. Não tem mais aquele romantismo. Nessa Copa as pessoas se fantasiam só para aparecer no telão.

Tem gente que não vê o jogo. Fica vidrado no telão. Uma coisa ridícula.

Outra coisa: cadê o amarelo da nossa camisa? Na estreia, um uniforme mais para o verde do que para o amarelo. Quem foi o estúpido que teve essa infeliz ideia?

Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Custou a bagatela de R$ 1,2 bilhão. Depois da Copa, grandes clássicos ali: Gama x Paranoá, Brasiliense x Sobradinho.

As vaias que deixaram a Presidente da República constrangida precisam ser entendidas. É uma manifestação contra a volta da inflação, do crescimento pífio, do salário que acaba no meio do mês. É bom que os governantes assimilem.

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