O nome do gol
Dagoberto, para os locutores esportivos, é Dagol. E isso se justifica. Afinal, ele participou de nove jogos e anotou dez gols. Mas não quer dizer que ele jogou todas as partidas. Vejamos: contra o Boa Esporte, ele entrou aos dez minutos do segundo tempo, fez o gol e saiu machucado aos 26; contra o Avaí, entrou no lugar do Safira aos 17 do segundo tempo; diante do CRB, foi substituído pelo Jardel; contra o Boa Esporte, foi substituído pelo Felipe Marques também no segundo tempo. Partidas em que ele atuou o tempo todo: Oeste, Guarani, Paysandu, Ponte Preta e Atlético-GO. Resumindo: na verdade, ele jogou pouco mais de seis partidas. E só ele e Willians Santana, do CRB, marcaram três gols num jogo pelo Brasileiro da Série B até o início da 25ª rodada.

Sonhar faz parte
Depois das três vitórias em casa (escrevo antes da partida de terça-feira à noite em Maceió), tem torcedor fazendo contas pensando no acesso. Prefiro ficar com os pés no chão e analisar de forma bem realista. Até o jogo contra o CSA, o LEC precisava de cinco vitórias para chegar aos 45 pontos e garantir permanência na Série B. Espero que essa conta tenha baixado para quatro (estava confiante numa vitória contra o CSA).

Sonhar faz parte 2

Já para garantir vaga na Série A em 2019, a matemática é outra. Repito, até antes do jogo de terça à noite, eram necessários mais 34 pontos para chegar aos 64. O que representava 11 vitórias e um empate, dos 14 jogos que restavam. Complicado, não?

Os extremos
Dos dez maiores públicos da Série B até a 25ª rodada, o Fortaleza era dono de nove. Dos dez menores públicos, nove pertenciam ao Boa Esporte.

Terceirona
Final de semana com a terceira rodada do primeiro turno: sábado (8), Grêmio Maringá x Verê. Domingo (9), Arapongas x Cambé, Grecal x Nacional e Sport Campo Mourão x Colorado.

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