Situação está preta
Quem está no fundo do poço, do fundo não passa. Ou permanece ou sobe. O Londrina vive um momento de extrema dificuldade no Campeonato Paranaense. Nos oito jogos, três derrotas, quatro empates e apenas uma vitória. Difícil acreditar que há alguns meses o time ficou a dois pontos da Série A do Brasileiro. A derrota em Toledo encerrou o breve ciclo do técnico Ricardo Luís Pozzi Rodrigues, o Ricardinho, à frente do LEC. Nos dez jogos, incluindo a Copa do Brasil, foram quatro derrotas, quatro empates e apenas duas vitorias. A partir de domingo (11), contra o União de Francisco Beltrão, partida de vida ou morte. Quem diria, hein? Desde já, os verdadeiros torcedores estão convocados.

Grupo B
Toledo e Atlético com seis pontos. União tem três. Prudentópolis e Londrina, um ponto cada, e Rio Branco, zero. Para o LEC chegar à semifinal, vai precisar vencer os três jogos – União e Rio Branco, em casa, e Atlético, fora. Assim não dependeria de ninguém.

Bloco da morte
O torcedor do Londrina fica arrepiado ao passar os olhos na classificação geral do campeonato. Vejamos: Paraná Clube, nove pontos; Londrina e Rio Branco: sete; União: seis; e Prudentópolis: quatro.

Briga de foice em teto de zinco
O Paraná, agora com o Rogério Micale, deve reagir. Sobram quatro. Dois serão rebaixados para a segunda divisão. A rodada de final de semana programando, além de Londrina x União, Atlético x Rio Branco e Prudentópolis x Toledo. Três partidas que vão mexer com a parte de baixo da tabela.

Maringá embalou
Com seis pontos no grupo A, cinco gols marcados e nenhum sofrido, o time maringaense tem grandes chances de ir à semifinal. E tem os dois principais artilheiros: Bruno Batata, com cinco gols, e Alex Fraga, com quatro. Cianorte e Paraná Clube, com quatro pontos, são concorrentes diretos.

Novo comando
Marquinhos Santos deve substituir Ricardinho. Quando fechei a coluna, ele conversava com o gestor Sérgio Malucelli. Com 38 anos, dirigiu o Paysandu até o mês passado. Domingo, Paulo Campos será o técnico interino.

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