FIORI LUIZ
A coisa tá feia!
Tem uma música sertaneja que diz: "A coisa tá feia, a coisa tá preta, quem não for filho de Deus tá na unha do capeta". O torcedor do Londrina está magoado, descrente. E não é para menos. Um time que há alguns meses bateu na trave, faltando dois pontos para subir para a Série A do Brasileiro, inicia a temporada de forma vexatória. Ou não? Ficar fora de uma semifinal cujo grupo tem seis equipes é de chorar. E o pior: na classificação geral, dos 12 times, o LEC é o oitavo. Nos seis jogos, uma vitoria, três empates e duas derrotas. Marcou sete gols e sofreu nove.
Cadê a base?
Da equipe da Série B, após o desmanche, ficou a tal "espinha dorsal": César, Dirceu, Germano, Romulo e Carlos Henrique. E voltou o Luizão. Nem assim deu resultado, já que os nove reforços ainda não convenceram. Aliás, o técnico Ricardinho utilizou nos seis jogos 24 jogadores. Quase todo o elenco. O que deu errado? Quem errou? Falta de qualidade técnica? Culpa do treinador? São perguntas sem respostas. Agora é esperar uma reação no segundo turno.
E vem aí o Ceará!
O estrago ainda pode ser pior. Ficar fora da semifinal de um turno no Estadual, ainda passa. Porém, a preocupação da SM Sports e da diretoria do Londrina é financeira. Explico. Contra o Real Ariquemes, a cota da CBF foi de R$ 500 mil. Contra o Ceará, será de R$ 600 mil. E se conseguir superar o time cearense, na terceira fase a cota será de R$ 1,4 milhão. Dá para desprezar uma soma dessas? O Ceará é time da Série A do Brasileiro e será, sem dúvida, o maior teste para o Tubarão. Dia 21, próxima quarta-feira, 19h30, a cobra vai fumar no estádio do Café.
Região começa mal
Duas rodadas da Segunda Divisão do Paraná e os três representantes do Norte do Estado já estão na parte de baixo da tabela, todos com apenas um ponto: Rolândia EC, PSTC Procopense e Portuguesa Londrinense.
Sul na frente
Domingo, as semifinais da Primeira Taça Dionísio Filho. A região Sul tem três representantes. Os jogos: Atlético x Rio Branco e Foz do Iguaçu x Coritiba.
Cuidado com os garotos
Matheuzinho, Felipe e Miullen são três boas revelações do trabalho de base do Londrina. O outro é o meia Anderson. É preciso muita orientação, incentivo, principalmente quando o time não vai bem, como agora.





