Novo ano
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Diego Prazeres<br>[email protected] 
O ano que já vem vindo aí será de fato novo para o Tubarão. Independente do que venha a acontecer. A começar pela "troca de era". Terminado o casamento de mais de seis anos com o Tencati, o clube inicia a Era Ricardinho. É preciso tolerância com o novo treinador. O que não signifca ter condescendência. O Londrina atingiu um patamar que, a meu ver, não lhe permite mais fazer experiências. Ricardinho continua sendo uma aposta. E nada melhor do que uma boa arrancada na Copa do Brasil, prioridade do clube no primeiro semestre, para que a pulga saia detrás da orelha do torcedor.
E por falar nela, a Copa do Brasil, o gestor promete coçar mais o bolso e qualificar o time desde já, visando avançar de fase até quando possível, de olhos nas gordas premiações. O que também não deixa de ser algo novo. E não será fácil. Eliminando o Real Ariquemes, o Londrina pode ter pela frente em seguida o Ceará, na segunda fase, e o Atlético-PR numa hipotética terceira etapa. E já que se vislumbra um time com cara de time no início do próximo ano, brigar pelo título do Paranaense será mais do que obrigação.
Novidade também, e das mais gratas, é a abertura do Memorial do Londrina. Que torcedor não gosta de, mais do que rever, viver a história de seu clube? Ainda que tardio, o museu do LEC chega para mostrar à cidade que há um clube de futebol aqui. Um clube que, bem ou mal, é Londrina em estado bruto. Patrimônio cultural, como bem lembrou o juiz trabalhista que há quase dez anos escorraçou a pilantragem ávida por fazer da instituição um meio de vida. No mês do aniversário da cidade, e que cidade, o memorial surge como um presente digno de seu clube. E que clube. Boa semana e um abençoado 2018.


