Empate é bom?
Nove pontos em 18 possíveis. 50% de aproveitamento. É pouco? Sim, é pouco, mas no perde e ganha que vem sendo esta Série B do Brasileirão, não é tão pouco assim. Com exceção do Vasco – que todo mundo sabia que iria sobrar – e do Atlético Goianiense – que todo mundo está perguntando o que tem de diferente -, as outras equipes estão mostrando esta instabilidade que o Londrina também tem. Perde aqui, ganha ali, empata lá. O Tubarão só perdeu uma, assim como o time de Goiânia, mas o problema é que empatou três. E empatar muito, num torneio como o Brasileirão, não é bom negócio. No caso do Londrina, é como se tivesse sofrido outras duas derrotas.
São dois pontos que separam o Tubarão do G4, que há uma rodada estava tão distante e o Z4 era visto no retrovisor. Isso mostra como uma vitória pode mudar tudo. Isso mostra como é importante num torneio como esse buscar o triunfo e não se contentar com o empate. Seja em casa, seja fora.
Por isso, a torcida é para que esta sequência de jogos fora de casa não se torne uma sequência de buscas por empates. O time já mostrou, principalmente contra Goiás e Joinville, duas equipes vindas da Série A e dois jogos longe do Café, que consegue jogar para vencer fora. Os empates vieram por falta de competência na hora de marcar o gol, mas as chances foram criadas e o time não ficou preso lá atrás. Que ao menos a disposição seja igual contra Ceará, Bahia e Luverdense.

Selecinha
E o catadão da CBF só não perdeu para o Equador por causa da arbitragem. Dois chutes a gol durante o jogo inteiro. Depois não sabem por que o brasileiro está dando de ombros para o selecionado que já foi orgulho nacional. "Ah, mas o Equador é líder das eliminatórias". Sim, é, mas foram eles que melhoraram ou nós que pioramos?

Em busca da medalha
Esta semana, o judoca Rafael Silva, o Baby, de Rolândia, foi confirmado nos Jogos Olímpicos do Rio na categoria acima de 100 quilos. Bronze em Londres, ele deve brigar por medalha novamente.

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